5 de Abril de 2012

A BÍBLIA E OS LIVROS NÃO CANÓNICOS

O âmbito mais crucial de desacordo a respeito do cânon do Antigo Testamento entre os cristãos é o debate sobre os chamados livros apócrifos.

Em suma: estes livros são aceitos pelo católico romanos como canónicos e rejeitados por protestantes e judeus. Na realidade, os sentidos da palavra apocrypha refletem o problema que se manifesta nas duas concepções de sua canonicidade. No grego clássico, a palavra apocrypha significava "oculto" ou "difícil de entender". Posteriormente, tomou o sentido de esotérico, ou algo que só os iniciados podem entender, não os de fora. Pela época de Irineu e de Jerónimo (séculos III e IV), o termo apocrypha veio a ser aplicado aos livros não-canónicos do Antigo Testamento, mesmo aos que foram classificados previamente como "pseudepígrafos". Desde a era da Reforma, essa palavra tem sido usada para denotar os escritos judaicos não-canónicos originários do período intertestamentário. A questão diante de nós é a seguinte: verificar se os livros eram escondidos a fim de ser preservados, porque sua mensagem era profunda e espiritual ou porque eram espúrios e de confiabilidade duvidosa.
Natureza e número dos apócrifos do Antigo Testamento
Há quinze livros chamados apócrifos (catorze se a Epístola de Jeremias se unir a Baruque, como ocorre nas versões católicas de Douai). Com excepção de 2 Esdras, esses livros preenchem a lacuna existente entre Malaquias e Mateus e compreendem especificamente dois ou três séculos antes de Cristo. Na página seguinte se podem ver suas datas e classificação:
Argumentos em prol da aceitação dos apócrifos do Antigo Testamento
Os livros apócrifos do Antigo Testamento têm recebido diferentes graus de aceitação pelos cristãos. A maior parte dos protestantes e dos judeus aceita que tenham valor religioso e mesmo histórico, sem terem, contudo, autoridade canónica. Os católicos romanos desde o Concilio de Trento têm aceite estes livros como canónicos. Mais recentemente, os católicos romanos têm defendido a ideia de uma deutero-canonicidade, mas os livros apócrifos ainda são usados para dar apoio a doutrinas extra-bíblicas, tendo lido proclamados como livros de inspiração divina no Concilio de Trento. Outros grupos, como os anglicanos e várias igrejas ortodoxas, nutrem deferentes concepções a respeito dos livros apócrifos. A seguir apresentamos Um resumo dos argumentos que em geral são aduzidos para a aceitação desses livros, na crença de que detêm algum tipo de canonicidade:
1. Alusões no Novo Testamento.
O Novo Testamento reflete o pensamento i registra alguns acontecimentos dos apócrifos. Por exemplo, o livro de Hebreus fala de mulheres que receberam seus mortos pela ressurreição Hb 11,35), e faz referência a 2 Macabeus 7 e 12, Os chamados apócrifos ou pseudepígrafos são também citados em sua amplitude pelo Novo Testamento (Jd 14,15; 2Tm 3.8).
2. Emprego que o Novo Testamento faz da versão dos Septuaginta.
A tradução grega do Antigo Testamento hebraico, em Alexandria, é conhecida como Septuaginta (lxx). É a versão mais citada pelos autores do Novo Testamento e pelos cristãos primitivos. A lxx continha os livros apócrifos. A presença desses livros na lxx dá apoio ao cânon alexandrino, mais amplo, do Antigo Testamento, em oposição ao cânon palestino, mais reduzido, que os omite.

3. Os mais antigos manuscritos completos da Bíblia.
Os mais antigos manuscritos gregos da Bíblia contêm os livros apócrifos inseridos entre os livros do Antigo Testamento. Os manuscritos Aleph, A e b (v. Cap. 12) incluem esses livros, revelando que faziam parte da Bíblia cristã original.

4. A arte cristã primitiva.
Alguns dos registros mais antigos da arte cristã reflectem o uso dos apócrifos. As representações nas catacumbas às vezes se baseavam na história dos fiéis registrada no período intertestamentário.

Tabela de livros apócrifos
1. Sabedora de Salomão (c. 30 a.C.)
2. Eclesiástico (Siraque) (132 a.C.)
O livro da sabedoria
Eclesiástico
Religioso
3. Tobias (c. 200 a.C.)
Tobias
Romance
4. Judite (c. 150 a.C.)
Judite


Histórico
5. 1Esdras (c. 150-100 a.C.)
6. 1Macabeus (c. 110 a.C.)
7. 2Macabeus (c. 110-70 a.C.)

3 Esdras
1 Macabeus
2 Macabeus

Profético
8. Baruque (c. 150-50 a.C.)
9. Epístola de Jeremias (c. 300-100 a.C.)
10. 2ª Esdras (c. 100 a.C.)

Baruque 1-5
Baruque 6

4 Esdras

Lendário
11. Adições a Ester (140-110 a.C.)
12. Oração de Azarias (séculos I ou II a.C.) (Cântico dos três jovens)
13. Susana (século I ou II a.C.)
14. Bel e o Dragão (c. 100 a.C.)
15. Oração de Manassés (século I ou II a.C.)
Ester 10:4 – 16:24
Daniel 3:24-90

Daniel 13
Daniel 14
Oração de Manassés

5. Os primeiros pais da igreja.
Alguns dos mais antigos pais da igreja, de modo particular os do Ocidente, aceitaram e usaram os livros apócrifos em seu ensino e pregação. E até mesmo no Oriente, Clemente de Alexandria reconheceu 2 Esdras como inteiramente canónico. Orígenes acrescentou Macabeus bem como a Epístola de Jeremias à lista de livros bíblicos canónicos. Irineu mencionava O livro da sabedoria, e outros pais da igreja citavam outros livros apócrifos.

6. A influência de Agostinho.
Agostinho (c. 354-430) elevou a tradição ocidental mais aberta, a respeito dos livros apócrifos, ao seu apogeu, ao atribuir-lhes categoria canónica. Ele influenciou os concílios da igreja, em Hipo (393 d.C.) e em Cartago (397 d.C), que relacionaram os apócrifos como canónicos. A partir de então, a igreja ocidental passou a usar os apócrifos em seu culto público.

7. O Concilio de Trento.
Em 1546, o concilio católico romano do pós-Reforma, realizado em Trento, proclamou os livros apócrifos como canónicos, declarando o seguinte:
O sínodo [...] recebe e venera [...] todos os livros, tanto do Antigo Testamento como do Novo [incluindo-se os apócrifos] — entendendo que um único Deus é o Autor de ambos os testamentos [...] como se houvessem sido ditados pela boca do próprio Cristo, ou pelo Espírito Santo [...] se alguém não receber tais livros como sagrados e canónicos, em todas as suas partes, da forma em que têm sido usados e lidos na Igreja Católica [...] seja anátema. [1]
Desde esse concilio de Trento, os livros apócrifos foram considerados canónicos, detentores de autoridade espiritual para a Igreja Católica Romana.
8. Uso não-católico.
As Bíblias protestantes desde a Reforma com frequência continham os livros apócrifos. Na verdade, nas igrejas anglicanas os apócrifos são lidos regularmente nos cultos públicos, ao lado dos demais livros do Antigo e do Novo Testamento. Os apócrifos são também usados pelas igrejas de tradição ortodoxa oriental.
9. A comunidade do mar Morto.
Os livros apócrifos foram encontrados entre os rolos da comunidade do mar Morto, em Qumran. Alguns haviam sido escritos em hebraico, o que seria indício de terem sido usados por judeus palestinos antes da época de Jesus.

Resumindo todos esses argumentos, essa postura afirma que o amplo emprego dos livros apócrifos por parte dos cristãos, desde os tempos mais primitivos, é evidência de sua aceitação pelo povo de Deus. Essa longa tradição culminou no reconhecimento oficial desses livros, no Concílio de Trento (1546), como se tivessem sido inspirados por Deus. Mesmo não-católicos, até o presente momento, conferem aos livros apócrifos uma categoria de para-canónicos, o que se deduz do lugar que lhes dão em suas Bíblias e em suas igrejas.

Razões por que se rejeita a canonicidade dos apócrifos
Os oponentes dos livros apócrifos têm apresentado muitas razões para excluí-los do rol de livros canónicos. Seus argumentos serão apresentados na mesma ordem dos argumentos levantados pelos que advogam a aceitação de um cânon maior.

1.A autoridade do Novo Testamento.
O Novo Testamento jamais cita um livro apócrifo indicando-o como inspirado. As alusões a tais livros não lhes emprestam autoridade, assim como as alusões neotestamentárias a poetas pagãos não lhes conferem inspiração divina. Além disso, desde que o Novo Testamento faz citações de quase todos os livros canónicos do Antigo e atesta o conteúdo e os limites desse Testamento (omitindo os apócrifos — v. cap. 7), parece estar claro que o Novo Testamento indubitavelmente exclui os apócrifos do cânon hebraico. Josefo, o historiador judeu, rejeita expressamente os apócrifos, relacionando apenas 22 livros canónicos.

2. A tradução dos Septuaginta.
A Palestina é que era o lar do cânon judaico, jamais a Alexandria, no Egito. O grande centro grego do saber, no Egito, não tinha autoridade para saber com precisão que livros pertenciam ao Antigo Testamento judaico. Alexandria era o lugar da tradução, não da canonização. O fato de a Septuaginta conter os apócrifos apenas comprova que os judeus alexandrinos traduziram os demais livros religiosos judaicos do período intertestamentário ao lado dos livros canónicos. Filo, o judeu alexandrino, rejeitou com toda a clareza a canonicidade dos apócrifos, no tempo de Cristo, assim como o judaísmo oficial em outros lugares e épocas. De fato, as cópias existentes da lxx datam do século IV d.C. e não comprovam que livros haviam sido incluídos na lxx de épocas (interiores,
3. A Bíblia cristã primitiva.
Os mais antigos manuscritos gregos da Bíblia datam do século IV. Seguem a tradição da LXX, que contém os apócrifos. Como foi observado acima, era uma tradução grega, e não o cânon hebraico. Jesus e os escritores do Novo Testamento quase sempre fizeram citações da lxx, mas jamais mencionaram um livro sequer dentre os apócrifos. No máximo, a presença dos apócrifos nas Bíblias cristãs do século IV mostra que tais livros eram aceitos até certo ponto por alguns cristãos, naquela época. Isso não significa que os judeus ou os cristãos como um todo aceitaram esses livros como canónicos, isso sem mencionarmos a igreja universal, que nunca os teve na relação de livros canónicos.


4. A arte cristã primitiva.

As representações artísticas não constituem base para apurar a canonicidade dos apócrifos. As representações pintadas nas catacumbas, extraídas de livros apócrifos, apenas mostram que os crentes daquela era estavam cientes dos acontecimentos do período intertestamentário e os consideravam parte de sua herança religiosa. A arte cristã primitiva não decide nem resolve a questão da canonicidade dos apócrifos.

5. Os primeiros pais da igreja.
Muitos dos grandes pais da igreja em seu começo, dos quais Melito, Orígenes, Cirilo de Jerusalém e Atanásio, depuseram contra os apócrifos. Nenhum dos primeiros pais de envergadura da igreja, anteriores a Agostinho, aceitou todos os livros apócrifos canonizados em Trento.

6. O cânon de Agostinho.
O testemunho de Agostinho não é definitivo, nem isento de equívocos. Primeiramente, Agostinho às vezes faz supor que os apócrifos apenas tinham uma deutero-canonicidade (Cidade de Deus, 18,36), e não canonicidade absoluta. Além disso, os Concílios de Hipo e de Cartago foram pequenos concílios locais, influenciados por Agostinho e pela tradição da Septuaginta grega. Nenhum estudioso hebreu qualificado esteve presente em nenhum desses dois concílios. O especialista hebreu mais qualificado da época, Jerónimo, argumentou fortemente contra Agostinho, ao rejeitar a canonicidade dos apócrifos. Jerónimo chegou a recusar-se a traduzir os apócrifos para o latim, ou mesmo incluí-los em suas versões em latim vulgar (Vulgata latina). Só depois da morte de Jerônimo e praticamente por cima de seu cadáver, é que os livros apócrifos foram incorporados à Vulgata latina (v. cap. 18).

7. O Concilio de Trento.
A ação do Concilio de Trento foi ao mesmo tempo polémica e prejudicial. Em debates com Lutero, os católicos romanos haviam citado Macabeus, em apoio à oração pelos mortos (v. 2Macabeus 12.45,46). Lutero e os protestantes que o seguiam desafiaram a canonicidade desse livro, citando o Novo Testamento, os primeiros pais da igreja e os mestres judeus, em apoio. O Concilio de Trento reagiu a Lutero canonizando os livros apócrifos. A ação do Concilio não foi apenas patentemente polémica, foi também prejudicial, visto que nem todos os catorze (quinze) livros apócrifos foram aceitos pelo Concilio. Primeiro e Segundo Esdras (3 e 4Esdras dos católicos romanos; a versão de Douai denomina 1 e 2Esdras, respectivamente, os livros canónicos de Esdras e Neemias) e a Oração de Manasses foram rejeitados. A rejeição de 2Esdras é particularmente suspeita, porque contém um versículo muito forte contra a oração pelos mortos (2Esdras 7.105). Aliás, algum escriba medieval havia cortado essa seção dos manuscritos latinos de 2Esdras, sendo conhecida pelos manuscritos árabes, até ser reencontrada outra vez em latim por Robert L. Bentley, em 1874, numa biblioteca de Amiens, na França.

Esta decisão, em Trento, não refletiu uma anuência universal, indisputável, dentro da Igreja Católica e na Reforma. Nessa exacta época o cardeal Cajetan, que se opusera a Lutero em Augsburg, em 1518, publicou um Comentário sobre todos os livros históricos fidedignos do Antigo Testamento, em 1532, omitindo os apócrifos. Antes ainda desse fato, o cardeal Ximenes tinha feito distinção entre os apócrifos e o cânon do Antigo Testamento, na sua obra Poliglota (1514-1517). Tendo em mente essa concepção, os protestantes em geral rejeitaram a decisão do Concilio de Trento, que não tivera base sólida.
8.Uso não-católico.
O uso dos livros apócrifos entre igrejas ortodoxas, anglicanas e protestantes foi desigual e diferenciado. Algumas os usam no culto público. Muitas Bíblias contêm traduções dos livros apócrifos, ainda que colocados numa seção à parte, em geral entre o Antigo e o Novo Testamento. Ainda que não-católicos façam uso dos livros apócrifos, nunca lhes deram a mesma autoridade canónica do resto da Bíblia. Os não-católicos usam os apócrifos em seus devocionais, mais do que na afirmação doutrinária.

9. Os rolos do mar Morto.
Muitos livros não-canónicos foram descobertos em Qumran, dentre os quais comentários e manuais. Era uma biblioteca que continha numerosos livros não tidos como inspirados pela comunidade. Visto que na biblioteca de Qumran não se descobriram comentários nem citações autorizadas sobre os livros apócrifos, não existam evidências de que eram tidos como inspirados. Podemos presumir, portanto que aquela comunidade cristã não considerava os apócrifos canónicos. Ainda que se encontrassem evidências em contrário, o fato de esse grupo ser uma seita que se separara do judaísmo oficial mostraria ser natural que não fosse ortodoxo em todas as suas crenças. Tanto quanto podemos distinguir, contudo, esse grupo era ortodoxo quanto à canonicidade do Antigo Testamento. Em outras palavras, não aceitavam a canonicidade dos livros apócrifos.

Resumo e conclusão:
O cânon do Antigo Testamento até a época de Neemias compreendia 22 (ou 24) livros em hebraico, que, nas Bíblias dos cristãos, seriam 39, como já se verificara por volta do século IV a.C. As objecções de menor monta a partir dessa época não mudaram o conteúdo do cânon. Foram nu livros chamados apócrifos, escritos depois dessa época, que obtiveram grande circulação entre os cristãos, por causa da influência da tradução grega de Alexandria. Visto que alguns dos primeiros pais da igreja, de modo especial no Ocidente, mencionaram esses livros em seus escritos, a igreja (em grande parte por influência de Agostinho) deu-lhes uso mais amplo e eclesiástico. No entanto, até a época da Reforma esses livros não eram considerados canónicos. A canonização que receberam no Concilio de Trento não recebeu o apoio da história. A decisão do concilio foi polémica e eivada de preconceito, como já o demonstramos.
Que os livros apócrifos, seja qual for o valor devocional ou eclesiástico que tiverem, não são canónicos, comprova-se pelos seguintes fatos:
1. A comunidade judaica jamais os aceitou como canónicos.
2. Não foram aceitos por Jesus, nem pelos autores do Novo Testamento.
3. A maior parte dos primeiros grandes pais da igreja rejeitou sua Canonicidade.
4. Nenhum concilio da igreja os considerou canónicos senão no final do século IV.
5. Jerónimo, o grande especialista bíblico e tradutor da Vulgata, rejeitou fortemente os livros apócrifos.
6. Muitos estudiosos católicos romanos, ainda ao longo da Reforma, rejeitaram os livros apócrifos.
7. Nenhuma igreja ortodoxa grega, anglicana ou protestante, até a premente data, reconheceu os apócrifos como inspirados e canónicos, no sentido integral dessas palavras. À vista desses fatos importantíssimos, torna-se absolutamente necessário que os cristãos de hoje jamais usem os livros apócrifos como se foram Palavra de Deus, nem os citem em apoio autorizado a qualquer doutrina cristã.
Com efeito, quando examinados segundo os critérios elevados de canonicidade, estabelecidos e discutidos no capítulo 6, verificamos que aos livros apócrifos falta o seguinte:

1. Os apócrifos não revindicam ser proféticos.
2. Não detêm a autoridade de Deus.
3. Contêm erros históricos (v. Tobias 1.3-5 e 14.11) e graves heresias teológicas, como a oração pelos mortos (2Macabeus 12.45[46]; 4).
4. Embora seu conteúdo tenha algum valor para a edificação nos momentos devocionais, na maior parte se trata de texto repetitivo; são textos que já se encontram nos livros canónicos.
5. Há evidente ausência de profecia, o que não ocorre nos livros canónicos. Os apócrifos nada acrescentam ao nosso conhecimento das verdades messiânicas.
7. O povo de Deus, a quem os apócrifos teriam sido originariamente apresentados, recusou-os terminantemente.

A comunidade judaica nunca mudou de opinião a respeito dos livros apócrifos. Alguns cristãos têm sido menos rígidos e categóricos; mas, seja qual for o valor que se lhes atribui, fica evidente que a igreja como um todo nunca aceitou os livros apócrifos como Escrituras Sagradas.
Fonte de pesquisa: Norman L. Geisler William E. Nix - Introdução Bíblica, Págs. 93-102.
Livros não aceitos como canónicos no Concilio de Trento, em 1546.
Livros não relacionados no sumário de Douai por estarem apensos a outros livros.
[1] Philip Schaff, org., The creads of Christendom, 6a, ed. rev., New York, Harper, 1919/ p. 81, v. 2.