12 de abril de 2013

A LEI DE DEUS - OS 10 MANDAMENTOS

Lei e JesusO Que Diz a Igreja Presbiteriana sobre os 10 MANDAMENTOS.

Na “Confissão de Fé de Westminster”, a confissão de fé adotada pela Igreja Presbiteriana, podemos achar a posição oficial:
    “V. A Lei Moral obriga para sempre a todos a prestar-lhe obediência, tanto as pessoas justificadas como as outras, e isto não somente quanto à matéria nela contida, mas também pelo respeito à autoridade de Deus, o Criador, que a deu. Cristo, no Evangelho, não desfaz de modo algum esta obrigação, antes a confirma.
    “VI. Embora os verdadeiros crentes não estejam debaixo da lei como pacto de obras, para serem por ela justificados ou condenados, contudo, ela lhes serve… como regra de vida, a vontade de Deus, e o dever que eles têm, ela os dirige e os obriga a andar segundo a retidão… Ela é também de utilidade aos regenerados, a fim de conter a sua corrupção, pois proíbe o pecado; as suas ameaças servem para mostrar o que merecem os seus pecados e quais as aflições que por causa deles devem esperar nesta vida, ainda que sejam livres da maldição ameaçada na lei. Do mesmo modo as suas promessas mostram que Deus aprova a obediência deles e que bênçãos podem esperar, obedecendo… assim o fazer um homem o bem ou o evitar ele o mal, porque a lei anima aquilo e proíbe isto, não é prova de estar ele debaixo da lei e não debaixo da graça.
    “VII. Os supracitados usos da lei não são contrários à graça do Evangelho, mas suavemente condizem com ela, pois o Espírito de Cristo submete e habilita a vontade do homem a fazer livre e alegremente aquilo que a vontade de Deus, revelada na lei, requer se faça.” — Cap. XIX da “Confissão de Fé de Westminster” (1647). Citado por Philip Schaff em “The Creeds of Christendom
    ”, vol. 3, p. 640–641. Grifos acrescentados. Essa confissão de Fé pode ser encontrada no seguinte web site: http://www.luz.eti.br/do_confissaodewestminster1647.html (acessado a 07/09/2007).
O Dr. Timothy Dwight, famoso teólogo e pregador presbiteriano, declara:
    “A Lei de Deus é e deve necessariamente ser imutável e eterna.” — Em “Theology Explained and Defended”, vol. 4, p. 120. Grifos acrescentados.
E o grande reformador João Calvino, um dos pioneiros do movimento de Reforma, e pai da Igreja Presbiteriana e da Batista, escreveu em suas “Institutas”:
    “A lei não sofreu nenhuma diminuição de sua autoridade e deve receber de nossa parte sempre o mesmo respeito e obediência.” — Vol. 2. cap. 7, sec. 15. Grifos acrescentados.
João Calvino também escreveu o seguinte em seu “Comentary on a Harmony of the Gospel”:
    “Não devemos supor que a vinda de Cristo nos tornou livres da autoridade da lei; pois ela é a norma eterna de uma vida devota e santa, e deve, portanto, ser tão imutável como a justiça de Deus, que a envolveu, é constante e uniforme.” — Vol. 1, p. 277. Grifos acrescentados.
Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição da confissão de fé presbiteriana, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Presbiteriana?

A Igreja Batista

Para o Dr. George Eldon Ladd, teólogo batista de renome, a resposta é a seguinte:
    “Está claro que a Lei continua a ser a expressão da vontade de Deus para a conduta, mesmo para aqueles que não estão mais sujeitos à lei.” — Em “Teologia do Novo Testamento”, p. 473. Grifos acrescentados.
Por seu turno, o fervoroso evangelista Dwight L. Moody acrescenta estes valiosos pensamentos:
    “Agora os homens podem cavilar como desejarem a respeito de outras partes da Bíblia, mas não encontrei jamais um homem honesto que encontrasse falta nos Dez Mandamentos. Os infiéis podem mofar o do Legislador e rejeitar Aquele que nos livrou da maldição da lei, mas não podem deixar de admitir que os mandamentos são corretos. (…) são para todas as nações, e permanecerão os mandamentos de Deus através de todos os séculos. Devem-se fazer as pessoas entenderem que os Dez Mandamentos ainda são obrigatórios, e que há uma penalidade ligada à sua violação.
    “Os mandamentos de Deus, dados a Moisés no monte, em Horebe, são tão obrigatórios hoje como o foram desde a sua proclamação aos ouvidos do povo. Os judeus diziam que a lei não foi dada na Palestina (a que pertencia a Israel), mas no deserto, porque a lei era para todas as nações.
    “Jesus jamais condenou a lei e os profetas, mas reprovou aqueles que não Lhe obedeciam. O fato de Ele haver dado novos mandamentos, não indica que abolisse os antigos. A interpretação deles por Cristo tornou-os ainda mais impressivos.”
    — Em “Weighed and Wanting” (Pesado e achado em falta), p. 11–16. Grifos acrescentados.
“Pelo fato de terem os cristãos maior luz, estão mais na obrigação de observar os preceitos da lei do que os demais”, salienta a “Sociedade de Publicações Batista” em seu Folheto n° 64, o qual declara:
    “Para provar que os Dez Mandamentos são obrigatórios, peça a qualquer pessoa que os leia, um por um, e pergunte a sua própria consciência se haveria pecado em transgredi-los. É isto, ou qualquer parte disto, a liberdade do evangelho? Toda consciência que não tiver cauterizada deve responder a esta pergunta com uma negativa. (…)
    “O Legislador e o Salvador são o mesmo; e os crentes devem estar de acordo tanto com o primeiro como com o último; mas, se menosprezarmos a lei que Cristo Se deleitou em honrar, e contestarmos nossa obrigação de a ela obedecer, como poderemos estar de acordo com Ele? Não somos antes daquele sentimento que é inimizade contra Deus, nem em verdade o pode ser? (…)
    “Se a lei não for uma norma de conduta para os crentes, e uma perfeita norma, eles não se acham sujeitos a nenhum padrão; ou, o que vem a ser a mesma coisa, estão sem lei. Mas, se é assim, não cometem nenhum pecado; pois ‘onde não há lei, não há transgressão’; e nesse caso, não tem nenhum pecado a confessar quer a Deus, quer mutuamente; e também não se acham necessitados de Cristo, como advogado para com o Pai, nem de perdão diário através de seu sangue. Assim, ao negar a lei, os homens destroem por completo o evangelho.
    Os crentes, portanto, em lugar de estarem isentos da obrigação de obedecer-lhe, acham-se sob maior obrigação de o fazer do que quaisquer homens do mundo. Estar isento disso é estar sem lei, e por conseguinte, sem pecado; neste caso poderíamos viver sem um Salvador, o que é completamente contrário à religião.” — P. 2–6.
Noutro sermão o grande evangelista Billy Graham prossegue:
    “Eu vos advirto esta noite, não pode haver paz até que a Lei seja observada e não há poder em nós para observar a Lei. A natureza humana é corrupta. É por isso que Cristo veio para dar-nos uma nova natureza e pôr em operação forças que nos possam trazer à existência uma nova ordem mundial.” — Sermão em Times Square, citado em George Burnham e Lee Fisher, “Billy Graham and the New York Crusade” (Zondervan Publ. House, Grand Rapids, Mich.), p. 191. Grifos acrescentados.
O príncipe dos pregadores batistas, Carlos H. Spurgeon, afirma o seguinte:
    “Se alguém me diz: ‘Eis que em substituição aos Dez Mandamentos recebemos dois, que são muito mais fáceis,’ responder-lhe-ei que essa versão da lei não é de maneira alguma mais fácil. Uma tal observação implica falta de meditação e experiência. Esses dois preceitos abrangem os dez, em seu mais amplo sentido, não podendo ser considerados exclusão de um jota ou til dos mesmos. Quaisquer dificuldades existentes nos mandamentos são igualmente encontradas nos dois, que lhes são a súmula e substância. Se amais a Deus de todo o vosso coração, torna-se-vos preciso observar a primeira parte (os primeiros quatros mandamentos); e se amais o próximo como a vós mesmos, precisais observar a segunda (os outros seis mandamentos).” — Em “The Perpetuity of the Law of God”, p. 5. Grifos acrescentados.
Na revista trimestral “Mensagem da Cruz”, da “Editora Betânia”, o Pastor George R. Foster escreve:
    “Vejamos o testemunho do Apóstolo Paulo: ‘Eu morri para a lei, a fim de viver para Deus.Estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.’ Gl. 2:19,20
    “Primeiro, ele disse: ‘Eu morri para a lei.’ Com isso ele não quis dizer que a lei tinha morrido para ele mas que ele tinha deixado de observar as leis cerimoniais e que tinha deixado de confiar na Lei como fonte de salvação ou poder espiritual.
    “A lei de Deus não é anulada pelo evangelho: é cumprida e transcendida por ele. É bom lembrar que Jesus não veio revogar a Lei e, sim, cumpri-la (Mateus 5:17). Habitando em nós Jesus continuará cumprindo a Lei por nosso intermédio, natural e automaticamente. A Lei continua sendo nossa orientação moral, mas a grande finalidade dela é levar-nos a Cristo e à salvação.”
    — Edição outubro-dezembro de 1986, em artigo intitulado “Viva o Evangelho de Cristo!”, p. 6–7.
O Rev. Andrew Fuller, eminente ministro batista, conhecido como o “Franklin da teologia”, diz o seguinte:
    “Se a doutrina da expiação nos leva a alimentar idéias falsas com relação à Lei de Deus, ou a negar-lhe autoridade preceituaria, podemos estar certos de que ela não é a doutrina escriturística da reconciliação. A expiação relacionava-se com a justiça e esta com a lei ou a revelada vontade do Soberano, a qual fora violada; e a própria finalidade de expiação é restaurar a honra da lei. Se a lei, que foi transgredida, fosse injusta, em vez de ser providenciada uma expiação para o seu quebrantamento, deveria ela ter sido revogada, e o Legislador levado sobre Si a vergonha de havê-la ordenado. (…) É fácil notar, por conseguinte, que na proporção em que a lei é minimizada, e o evangelho é solapado, tanto a graça como a expiação são tornadas inúteis. É o uso abusivo da lei, ou o torná-la um meio de vida, em oposição ao evangelho — para o que ela jamais foi dada a uma criatura caída — o que as Escrituras Sagradas desaprovam; e não a lei como revelada vontade de Deus, o imutável padrão entre o direito de Deus, o imutável padrão entre o direito e o erro. Deste ponto de vista foi que os apóstolos nela se deleitaram; e se somos cristãos deleitar-nos-emos nela também, e não nos oporemos a estar sob ela como uma norma de dever; pois nenhum homem se opõe a ser governado pelas leis de que gosta.” — Em “Atonement of Christ”. Ver “Works of Andrew Fuller”, p. 160–161.
E o posicionamento oficial da Igreja Batista defendendo a vigência da Lei Moral:
    “Para sempre a Lei Moral requer obediência de todos, tanto de pessoas justificadas quanto das demais. E isto não apenas por causa do assunto de que trata essa lei, mas, também, por causa da autoridade de Deus, o Criador, que a impôs. No evangelho, Cristo de modo nenhum dissolve a lei, antes confirma a sua obrigatoriedade.” — Em “Confissão de Fé Batista de Londres” (1689), art. XIX, tomo III e IV. Grifos acrescentados.
Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição da confissão de fé batista, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Batista?

A Igreja Congregacional

Do artigo 21 de “Os Vinte e Oito Artigos da Breve Exposição das Doutrinas Fundamentais do Cristianismo”, declaração de fé oficial da Igreja Congregacional, consta a seguinte afirmação, sob o título “Da Obediência dos Crentes”:
    “Ainda que os salvos não obtenham a salvação pela obediência à lei, senão pelos merecimentos de Jesus Cristo, recebem a lei e todos os preceitos de Deus como um meio pelo qual Ele manifesta sua vontade sobre o procedimento dos remidos e guardam-nos tanto mais cuidadosa e gratamente por se acharem salvos de graça. Ef 2:8,9; I Jo 5:2,3; Tt 3:4–8.” — Grifos acrescentados. Essa declaração de fé pode ser encontrada no web site oficial da denominação. Para visualizá-la, clique aqui.
Jonathan Edwards, um grande pregador da Igreja Congregacional, e por algum tempo presidente da Universidade de Princeton, afirma:
    “Através da expiação de Cristo maior honra é concedida à lei, e, conseqüentemente, é ela mais estabelecida do que se houvesse sido executada literalmente e toda a humanidade condenada. Tudo o que concorre para maior engrandecimento da lei, contribui para estabelecer-lhe a autoridade.” — Em “The Works of Jonathan Edwards”, ed. de 1842, vol. 2, p. 369.
Trecho do hino nº 519 do “Hinário Salmos e Hinos”, utilizado pela Igreja Congregacional:
    “Salvação por homens dada, paz fingida, paz comprada, lei de Deus falsificada, tudo rejeitai! Lei de Deus não muda, o Senhor ajuda a quem cumprir sem desistir”.
Conforme foi visto acima, os congregacionalistas têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima. Depois de mostrarmos o ensinamento expresso em seu próprio hinário, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial das Igrejas Congregacionais?

A Igreja Luterana

A posição oficial da Igreja Luterana pode ser expressada por um de seus catecismos mais conhecidos:
    “Conquanto aqueles que verdadeiramente crêem em Cristo, e são sinceramente convertidos a Deus, estão mediante Cristo libertos da maldição e restrições da lei, não obstante não estão, nesse sentido, sem lei, uma vez que o Filho de Deus os redimiu para a razão mesma de que possam meditar sobre a Lei de Deus dia e noite, e continuamente exercitar-se em sua observância.” — Extraído de “Fórmula de Concórdia”, art. 6. Grifos acrescentados.
Martinho Lutero no “Prefácio à Epístola aos Romanos” declara o seguinte sobre o capítulo 6:
    “Ser sem lei’ não é o mesmo que não ter lei alguma e que se possa fazer o que apraz a cada um, senão que ‘estar debaixo da lei’ é quando, sem a graça, lidamos com as obras da lei. (…) A graça, porém, nos torna a lei agradável de sorte que não há mais pecado e a lei não está contra nós, mas em harmonia conosco.
    “Esta é a verdadeira liberdade do pecado e da lei… É uma liberdade de fazer apenas o bem com vontade e de viver corretamente sem a coação da lei. Por isso tal liberdade é uma liberdade espiritual, que não anula a lei, e sim oferece aquilo que é exigido pela lei”.
E o que declara o famoso “Catecismo Menor” escrito pelo próprio Martinho Lutero:
    “23. Que espécies de leis deu Deus no Velho Testamento?
    “Três espécies: 1. A Lei Eclesiástica Cerimonial; 2. A Lei Civil; 3. A Lei Moral.
    “24. Qual destas leis está ainda em vigor?
    “A Lei Moral, a qual está contida nos Dez Mandamentos.
    “25. Pode esta lei ser abolida?
    “Não; pois ela está fundamentada sobre a natureza santa e justa de Deus.” — Em “Epítome of Pontoppidan’s Explanation of Martin Luther’s Small Catechism” (1935), p. 6–7. Grifos acrescentados.
O mesmo catecismo declara no final da parte “Os Dez Mandamentos”:
    “Deus ameaça castigar todas as pessoas que não cumprem estes mandamentos; por isso, devemos temer a Sua ira e não deixar de cumpri-los; mas Ele promete graça e todo o bem às pessoas que os praticam. Por isso, devemos amá-lo, confiar nEle e guardar os Seus mandamentos de boa vontade.”
    “Até que ponto foi a lei ab-rogada. A Lei de Deus é, pois, ab-rogada na medida em que ela não mais nos condena, nem opera ira em nós. Estamos debaixo da graça e não debaixo da Lei. Além disso, Cristo cumpriu todas as formas da Lei. Daí, vindo o corpo, cessaram as sombras, de modo que agora em Cristo temos a verdade e toda a plenitude. Contudo, de modo nenhum rejeitamos por isso a Lei. Lembramo-nos das palavras do Senhor, que disse: ‘Não vim para revogar, vim para cumprir’ (Mat 5.17). Sabemos que na Lei nos são ensinados os padrões de virtudes e vícios. Sabemos que a Lei escrita, quando explicado pelo Evangelho, é útil à Igreja, e que, portanto, sua leitura não deve ser excluída da Igreja. E, embora a face de Moisés estivesse recoberta com um véu, no entanto o apóstolo diz que o véu foi retirado e abolido por Cristo.
    “As seitas. Condenamos tudo o que os heréticos, antigos e modernos, ensinaram contra a Lei.”
    — Em “Confissão de Fé Helvética”, art. “Da Lei de Deus”. Grifos acrescentados.
Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição da confissão de fé luterana, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Luterana?

A Igreja Metodista

Milhares e milhões de cristãos por todo o mundo têm honrado a memória de John Wesley, o grande reavivalista do século XVII e pai do metodismo. Esse grande reformador foi um dos que mais firmemente defendeu a observância da Lei de Deus:
    “A Lei Moral, contida nos Dez Mandamentos, e realçada pelos profetas, Ele (Cristo) não aboliu. Sua vinda não teve como objetivo revogar qualquer parte dela. Esta é uma lei que jamais pode ser anulada, que permanece firme como ‘a testemunha do Céu’ (Sl. 89:37). A Lei Moral encontra-se em um fundamento inteiramente diferente da lei cerimonial ou ritual. (…) Todas as partes da lei (moral) devem permanecer em vigor em todo o mundo, e em todos os tempos; pois não dependem quer de tempo quer de lugar, ou de quaisquer circunstâncias sujeitas a mudanças, mas da natureza de Deus e do homem, e da sua imutável relação de um para com outro.” —
    Em “The Works of the Rev. John Wesley”, A.M. (As obra do Rev. John Wesley, A.M.), Johnny Emory, ed. (New York: Eaton & Mains), sermão nº 25, vol. 1. p. 221. Ver também em “On the Sermon on the Mount”, dis. 6, “Sermons on Several Occasions” (1810), sermão nº 35, p. 75–76. Grifos acrescentados.
O bispo metodista E. O. Haven, o qual por algum tempo foi presidente da Universidade de Michigan, em sua obra “Pillars of Truth”, declarou:
    “Este Decálogo jamais pode tornar-se obsoleto. Ele foi destinado a todos os homens, e, obedecido, cumulará a todos os homens nobres e virtuosos de bênçãos imortais. É uma espécie de consagração dos ensinos morais da Bíblia.” — P. 235. Grifos acrescentados.
O grande reavivalista e reformador, pai do metodismo, John Wesley, ainda tem mais a dizer sobre o dever dos cristãos em observar a Lei de Deus, os Dez Mandamentos. Disse ele:
    “Entre os mais acérrimos inimigos do evangelho de Cristo, estão os que, aberta e explicitamente, ‘julgam a lei’ e ‘falam mal da lei’; aqueles que ensinam os homens a quebrar… não apenas um dos menores ou dos maiores mandamentos, mas todos os mandamentos de uma só vez; que ensinam, sem nenhum disfarce, em palavras como estas: ‘Que fez nosso Senhor com a lei? Ele a aboliu. Há apenas uma obrigação: a de crer…’ Isto é, na verdade, demolir enunciados com muita violência; é resistir nosso Senhor na cara e dizer-Lhe que Ele não soube dar a mensagem para a qual fora enviado. (…)
    “A mais surpreendente de todas as circunstancias, que acompanha este grande engano é que, aqueles que a ele se entregam, crêem realmente que honram a Cristo, ao Lhe destruírem a lei, e que estão magnificando o Seu serviço, ao passo que Lhe estão destruindo a doutrina! Na verdade, estes honram a Cristo exatamente como o fez Judas, quando disse: ‘Eu Te saúdo, Mestre, e O beijou.’ (…) Não é outra coisa senão traí-Lo com um beijo, falar de Seu sangue e arrancar-Lhe a coroa; considerar levianamente qualquer parte de Sua lei, sob o pretexto de fazer avançar o evangelho.”
    — Em “Upon Our Lord’s Sermon on the Mount”, dis. 5, “Sermons on Several Occasions” (1810), sermão nº 35, p. 81–82. Também em “Works of Wesley” (edição de 1829), vol. 5, p. 311. Grifos acrescentados.
Depois de mostrarmos o pensamento de seu fundador e a posição oficial da confissão de fé metodista, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Metodista? Conforme foi visto acima, não só seu fundador, John Wesley, mas também teólogos e autoridades atuais da denominação têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima.

A Igreja Anglicana/Episcopal

Vejamos o que ficou decidido no “Sínodo de Dort”, na parte referente a rejeição de erros:
    “Erro 4 — A nova aliança da graça, que Deus o Pai, mediante a morte de Cristo, estabeleceu com o homem, não consiste nisso que nós estamos justificados diante de Deus e salvos pela fé se ela aceita o mérito de Cristo. Ela consiste no fato de que Deus revogou a exigência de perfeita obediência à lei e considera agora a própria fé e a obediência de fé, ainda que imperfeitas, como a perfeita obediência à lei. Ele acha, em sua graça, que elas sejam dignas da recompensa da vida eterna.
    “Refutação — Os que ensinam isto contradizem a Escritura: ‘…sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé…’ (Rom 3:24, 25). Eles introduzem, junto com o ímpio Socino, uma nova e estranha justificação do homem diante de Deus, contrária ao consenso da Igreja inteira.”
    — Em “Rejeição de Erros” do cap. 2 — “A Morte de Cristo e a Redenção do Homem por Meio Dela”.
Podemos citar também o que declara o grande reformador escocês John Knox no documento oficial da denominação, capítulo 15, sob o título “A Perfeição da Lei e a Imperfeição do Homem”:
    “Confessamos e reconhecemos que a Lei de Deus é a mais justa, a mais imparcial e a mais santa, e o que ela ordena, se perfeitamente praticado, iluminaria e poderia conduzir o homem à felicidade eterna; (…) Mesmo depois de sermos regenerados… importa que nos apeguemos a Cristo, em sua justiça e satisfação… cumpramos a Lei em todos os pontos…
    “Não queremos dizer que fomos libertados, de modo a não devermos mais obediência alguma à Lei… mas afirmamos que ninguém na terra, pela sua conduta… dará à Lei a obediência que ela requer.”
    — Em “Confissão de Fé Escocesa”. Grifos acrescentados.
    “As leis básicas de moralidade, e em particular os Dez Mandamentos, permanecem até o fim do tempo como o alicerce moral e espiritual sobre o qual se acha construída a religião do Novo Testamento.” — Extraído de “The Snowden-Douglass Sunday School Lessons”, 1946, p. 279. Grifos acrescentados. Essa lição está à venda por $24.94. Para adquiri-la, clique aqui.
Finalmente, vejamos a posição oficial da Igreja Anglicana ou Episcopal, a qual se encontra em sua confissão de fé, os “Trinta e Nove Artigos de Religião da Igreja da Inglaterra” (1571), documento confessional há séculos acatado não só por anglicanos ou episcopais, mas também por metodistas e metodistas livres, ao estipular em seu artigo 7, sobre a lei divina:
    “O Velho Testamento não é contrário ao Novo; porquanto em ambos, tanto Velho como Novo, se oferece a vida eterna ao gênero humano, por Cristo, que é o único mediador entre Deus e o homem sendo ele mesmo Deus e homem. (…) Ainda que a Lei de Deus, dada por meio de Moisés, no que respeita a Cerimônia e Ritos, não obrigue os cristãos, nem devem ser recebidos necessariamente os seus preceitos civis em nenhuma comunidade; todavia, não há cristão algum que esteja isento, da obediência aos Mandamentos que se chamam Morais.” — Ver também em “Constituição da Igreja Metodista Episcopal”, em “Methodist Episcopal Church Doctrines and Discipline” (1928), p. 7. E em “Free Methodist Discipline”. Grifos acrescentados. Essa confissão de fé pode ser encontrada no seguinte website: http://www.monergismo.com/textos/credos/39artigos.htm (acessado a 22/09/2007).
Depois de mostrarmos na confissão de fé o posicionamento oficial anglicano ou episcopal, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Anglicana ou Episcopal? Conforme foi visto acima, esses teólogos e autoridades da denominação têm a Lei de Deus, os Dez Mandamentos, numa alta estima.

A Igreja Católica

Podemos encontrar a resposta a esta questão no “Primeiro Catecismo da Doutrina Cristã”, que diz o seguinte:
    “Sim. Somos obrigados a observar os mandamentos da lei de Deus, pois devemos respeitar a ordem que o Pai Celeste quis dar ao mundo. Basta pecar gravemente contra um só deles para merecermos o inferno.” — P. 33–34. Grifos acrescentados.
O Frei Leopoldo Pires Martins, OFM, também responde muito bem essa pergunta no “Catecismo Romano”, onde lemos:
    “Dentre as razões que movem o coração do homem a cumprir os preceitos do Decálogo, sobressai, como o mais eficiente, o fato de ser Deus o autor dessa mesma lei. (…) Estava essa luz divina quase ofuscada por maus costumes e vícios inveterados entre os homens. Todavia, pela promulgação da Lei de Moisés, Deus não trouxe uma luz nova, mas deu antes maior fulgor à primitiva. É preciso explicar assim, para que o povo não se julgue livre do Decálogo, quando ouve dizer que a Lei de Moisés está ab-rogada.
    “Ainda mais. É absolutamente certo que não devemos cumprir esses preceitos, por ser Moisés que os promulgou, mas por serem inatos em todos os corações, e por terem sido explicados e confirmados por Cristo Nosso Senhor.”
    — P. 399–400. Grifos acrescentados.
Aí está! Não só a “Santa Madre Igreja” crê que o Decálogo está em vigor, mas incentiva a todos os fiéis para obedecê-los.
Também o Pe. Júlio Maria adiciona mais alguma coisa ao que foi lido:
    “Os mandamentos, com o ensino moral, são eternos porque são a expressão da lei natural; e por isso Jesus Cristo não pode suprimi-los.” — Em “Ataques Protestantes”, p. 98. Grifos acrescentados.
Depois de mostrarmos o pensamento no próprio catecismo católico, precisaríamos citar mais alguma fonte para provar que todos os Dez Mandamentos permanecem vigentes para os cristãos, segundo o ensinamento oficial da Igreja Católica?

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“Escute as minhas palavras e preste atenção em tudo o que vou dizer…
“Darei a minha opinião com franqueza; as minhas palavras serão sinceras, vindas do coração.” (Job 33:1,3)
 

11 de abril de 2013

A Conversão do Mundo


“Há, porém, limites até para a longanimidade de Deus, e muitos estão ultrapassando tais limites. Sobrepujaram os limites da graça, e portanto Deus deve intervir e reivindicar Sua honra. Quando vier o Senhor para exercer vingança, virá também como protetor de todos os que conservaram pureza de fé, e se guardaram incontaminados do mundo.” Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 62 e 64.
 
 
1.         Segundo disse Cristo, qual seria a condição do mundo por ocasião da Sua segunda vinda?
Rª: “E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.” Lucas 17:26. Ver também o verso 27:30.
2.         Como foi nos dias de Noé?
Rª: E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. …E encheu-se a terra de violência.” Gén. 6:5-11.
Nota: Num sermão pronunciado em Savannah, Ga., em 2 de dezembro de 1912, o bispo A.W.Wilson (metodista) disse: “A antiga Romanos seus piores dias jamais esteve em condições de vícios tais como quer período da história do mundo foi a moralidade tão aviltada e tão rebaixada.”
3.         Como caracteriza o Apóstolo Paulo os últimos dias?
Rª: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” 2ª Tim. 3:1.
4.         Que tornaria trabalhosos estes tempos?
Rª: “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos,

5 de abril de 2013

A PACIÊNCIA CRISTÃ

  “Há ocasiões em que Deus não pede nada de seus filhos, exceto silêncio, paciência e lágrimas.” C.S. Robinson
 
1-    Que diz a Bíblia no que concerne à paciência?
“Melhor é o longânimo do que o altivo de coração.” Eclesiastes 7:8.
E que sejamos “pacientes para com todos.” 1ª Tessalonicenses 5:14. “Na vossa paciência possuí  as vossas almas.” Lucas 21:19.
2- Que contraste é estabelecido entre o paciente e o de espírito exaltado?
“O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.” Provérbios 14:20.
3-    Que pessoas são citadas como exemplos de paciência?
“Meus irmãos, tomais por exemplo de aflição e paciência os profetas…” Ouvistes qual foi a paciência de Job.” Tiago 5:10,11.
4-    O que é dito dos perseverantes?
“Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram.” Tiago 5:11. “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação.” Tiago 1:12. “Aquele que perseverar até ao fim será salvo.” Mateus 10:22.
5-    Que opera a prova da fé?
“Sabemos que a prova da vossa fé obra a paciência.” Tiago 1:3. E não somente isto, mas também nos gloriamos na tribulação; sabendo que a tribulação produz a paciência.” Romanos 5:3.
6-    Que graça deve ser acrescentada à temperança ou domínio próprio?
“E à temperança paciência.” 2ª Pedro 1:6.
Nota: A paciência segue-se naturalmente à temperança. Daí a importância do viver correcto – de adquirir controlo sobre os apetites e paixões.
7-    Qual a razão de sermos exortados à paciência?
“Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.” Tiago 1:4.
8-    Que importante prova de perfeição de carácter é apresentada?
“Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.” Tiago 3:2.
9-    Como somos exortados a correr a carreira cristã?
“Corramos com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé.” Hebreus 12:1,2.
10- Que glorioso acontecimento nos é dito que esperemos com paciência?
“O Senhor encaminhe os vossos corações na caridade de Deus, e na paciência de Cristo.” 2ª Tessalonicenses 3:5. “Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. …Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima.” Tiago 5:7,8.
11- Qual será uma das características da Igreja Remanescente?
“Aqui está a paciência dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Apocalipse 14:12.
12- Qual deveria ser a linguagem de cada coração?
“Aguardo ao Senhor; a minha alma O aguarda, e espero na sua Palavra.” Salmo 130:5.
13- Quando Cristo vier, que dirá ao Seu povo?
“E naquele dia se dirá: Eis que este é o Senhor, a quem aguardávamos, e Ele nos salvará: Este é o Senhor, a quem aguardávamos: na Sua salvação gozaremos  e nos alegraremos.” Isaías 25:9.
 
Nota conclusiva: Sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma. Tia. 1:3 e 4.
O apóstolo diz que devemos ser bem-sucedidos na graça da temperança a fim de acrescentarmos a paciência. A paciência sob as provas nos guardará de dizer e fazer aquilo que nos prejudique a alma e aos que se acham ao nosso redor. Sejam as nossas provações quais forem, coisa alguma nos pode causar sério dano, caso exerçamos paciência, sejamos calmos, não vos irriteis quando em condições difíceis. ...
Pr. José Carlos Costa

4 de abril de 2013

Como Encontrar a Igreja Verdadeira?


Deus frequentemente tem dado mensagens especiais que vêm de encontro às necessidades de diferentes gerações; uma mensagem para animar Adão e Eva depois que o pecado tinha arruinado o mundo; uma mensagem para o mundo antes do cataclismo do Dilúvio, mensagens para Israel quando a Assíria ou a Babilônia ameaçava. Jesus veio com uma mensagem especial para a Sua geração, e Deus também deu uma mensagem especial para nossos dias. Os capítulos 12 e 14 de Apocalipse resumem a mensagem especial de Deus para nós hoje. Nesta série Descobertas Bíblicas e nessa lição que se segue, podemos estudar essa mensagem.
 
1. A IGREJA ESTABELECIDA POR JESUS
A vida e os ensinos de Jesus estabeleceram unidade de crença e um companheirismo íntimo na igreja apostólica fundada por Ele. Os apóstolos tinham um relacionamento de intimidade com o Cristo ressurgido. Paulo descreve esse laço de união que os unia comparando-o com um relacionamento matrimonial:
"Eu os prometi a um único marido, Cristo, querendo apresentá-los a Ele como uma virgem pura". II Coríntios 11:2 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).
De acordo com Paulo, a igreja cristã é uma virgem pura, a noiva de Cristo - um símbolo usado para retratar a igreja amada de Cristo.
No Velho Testamento, a mesma metáfora é usada para descrever Israel, o povo escolhido de Deus. Deus disse a Israel: "como noiva, você me amava" (Jeremias 2:2); "Eu sou o marido de vocês" (Jeremias 3:14, nota da margem)
 
O livro de Apocalipse também fala da igreja como uma mulher:
"Apareceu no céu um sinal extraordinário: uma mulher vestida do sol, com a lua debaixo dos seus pés e uma coroa de doze estrelas sobre a cabeça". Apocalipse 12:1
(1) UMA MULHER "VESTIDA DE SOL". Isso sugere uma igreja radiante como o sol por estar vestida da gloriosa presença de Cristo. Jesus, a "luz do mundo" (João 8:12), brilha através dos membros de Sua igreja, e assim eles se tornam "luz do mundo" (Mateus 5:14).
(2) TEM A "LUA DEBAIXO DOS SEUS PÉS". A lua representa a luz refletida do evangelho nos sacrifícios e cerimónias do povo de Deus no Velho Testamento. A lua debaixo dos pés sugere que a luz refletida do evangelho foi substituída pelo ministério de Cristo.
(3) TEM UMA "COROA DE DOZE ESTRELAS NA CABEÇA". As estrelas representam os doze apóstolos, homens nobres cujo testemunho sobre Jesus continua irradiando a vida de muitos até hoje.
Essa descrição da mulher claramente indica que João tinha em mente a transição do povo de Deus, Israel, do Velho Testamento, para a igreja cristã do Novo Testamento que foi estabelecida por Jesus. O sol, a lua e as estrelas enfatizam o ministério da igreja de levar a luz, ou seja, espalhar as boas novas a todos os cantos da terra.
2. O DRAMA DA DERROTA DE SATANÁS
O aparecimento da mulher prepara a cena para o grande drama:
"Ela estava grávida, e gritava de dor, pois estava para dar à luz. Então apareceu no céu outro sinal: um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres, tendo sobre as cabeças sete coroas. Sua

As Colunas da Verdade


A verdadeira libertação consiste em conhecer a verdade. Mas qual é a Verdade? Jeus disse:
“Quando vier, porém, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a TODA a verdade.” João 16:13.
Vamos analisar qual é TODA a verdade que a Bíblia apresenta.
Deus(Jeremias 10:10)
Só Deus é Amor – I João 4:8.
Só Ele merece Adoração – Lucas 4:8.
Só Ele pode Perdoar – Marcos 2:7.
Jesus(João 14:6)
Espírito Santo(I João 5:6)
A Bíblia(João 17:17)
A Lei(Salmos 119:142,151)
Responda rápido: Quando uma pessoa conhece a Deus, Jesus, o Espírito Santo, a Bíblia e os Dez Mandamentos, ela será totalmente liberta? A Bíblia
diz: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. João 8:32.
Há alguém que conheceu tudo, toda a verdade e não foi liberto. É satanás, o diabo. João 8:44.
Será que Satanás conheceu “Toda a Verdade”?

3 de abril de 2013

O Que Ensinou Jesus a Seu Respeito? (1/3)

O CONCEITO da Bíblia é claro. Não apenas é o Todo-poderoso Deus, Jeová, uma personalidade à parte de Jesus, mas Ele é sempre superior. Jesus sempre é apresentado como pessoa à parte e menor, um humilde servo de Deus. É por isso que a Bíblia diz claramente que “a cabeça do Cristo é Deus” assim como “a cabeça de todo homem é o Cristo”. (1 Coríntios 11:3) E é por isso que o próprio Jesus disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28,  O fato é que Jesus não é Deus e nunca afirmou ser. - Deve-se crer na Trindade, pp.20.
Em muitas ocasiões Jesus ensinou seus discípulos, seguidores e até mesmo numerosas multidões e não era incomum que as pessoas admirassem seu ensino. Algumas vezes no seu ministério vemos o elogio das pessoas ao que Cristo ensina dizendo que seu ensino não é como dos escribas ou fariseus, pois seu ensino tem autoridade.
Temos consciência de que o ensino de Jesus Cristo é fundamental para o cristão e que as suas palavras têm autoridade sobre nós. Mas, encontramos nos ensinos de Cristo algo que demonstre sua divindade? Tenha em mente que Jesus quando ensinava, equiparava suas palavras com as palavras de Jeová.
Em uma dessas ocasiões em que o ensino de Cristo é elogiado com um ensino com autoridade, Jesus equipara suas palavras com as palavras de Jeová. No conhecido Sermão da Montanha Jesus faz isso algumas vezes:
 
Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça.’ No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas, quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente
 
Nessa ocasião, Jesus está citando as escrituras quando diz ouvistes o que se disse aos dos tempos antigos e corrige o modo como eles entenderam as escrituras por afirmar no entanto digo-vos. Infelizmente aqui a TNM deixou de fora um termo importantíssimo: “Eu”. O texto não está simplesmente colocando a opinião de Cristo, mas demonstrando a autoridade de Cristo: Ouvistes o que foi dito e Eu vos digo. Nessa expressão, repetida algumas vezes mais no mesmo capítulo, Jesus equipara suas Palavras com as de Jeová.
No passado Jeová havia dado ao povo a Lei e os seus mandamentos, mas Jesus é quem apresenta um novo mandamento: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (Jo.13.34). A ideia de amar ao próximo já era bem conhecida nas Escrituras Hebraicas, mas Cristo apresenta um novo mandamento e complementa as palavras de Jeová, pois na Lei as pessoas deveriam amar seu próximo como a si mesmo, mas os seguidores de Cristo deveriam amá-los como Ele mesmo amado. Devemos lembrar também que nesse assunto, a Lei dizia para amar o próximo, ao passo que Jesus manda amar até mesmo o inimigo. A qualidade do amor exigido por Cristo a seus seguidores, não apenas se equipara com as Palavras de Jeová, mas as completa.
Jeová sempre atestou que sua palavra é para sempre e que ela jamais seria terminada, observe:
Para sempre, ó Jeová, Tua palavra está posta nos céus. - Salmos 119.89
Quanto às tuas prescrições, há muito sei que as estabeleceste para sempre. – Salmos 119.152
Secou-se a erva verde, murchou a flor; mas, quanto à palavra de nosso Deus, ela durará para sempre – Isaías 40.8
Entretanto, Jesus revogou para suas palavras a mesma autoridade: pois, deveras, eu vos digo que antes passariam o céu e a terra, do que passaria uma só letra menor ou uma só partícula duma letra da Lei sem que tudo se cumprisse – Mateus 5.18
Céu e terra passarão, mas as minhas palavras de modo algum passarão –Mateus 24.35
Ao fazer isso, claramente Jesus equipara suas palavras com a de Jeová, e sabemos por fato que a palavra de mais ninguém tem a mesma autoridade que a palavra de Jeová, apenas Cristo, com que Ele é um (Jo.10.30). Mas, também lemos nas escrituras que apenas Jeová é verdadeiro Juiz:
Deus é justo Juiz, E Deus lança verberações cada dia – Salmos 7.11
Pois Deus é o juiz. A este ele rebaixa e aquele exalta – Salmos 75.7
Entretanto, nos seus ensinos Jesus também revogou ter tal autoridade:
Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. A palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia - João 12.48
Ao realizar todas essas ações, fica evidente que Jesus não apenas se equipara a Jeová, mas como é divino e seus ensinos testemunham exatamente isso.
Em outras palavras, com seu ensino Jesus afirmou ser Deus.

O que o Ensino de Jesus Testemunha a Seu Respeito? (2/3)

  O fato é que Jesus não é Deus e nunca afirmou ser. - Deve-se crer na Trindade, pp.20.
 
O CONCEITO da Bíblia é claro. Não apenas é o Todo-poderoso Deus, Jeová, uma personalidade à parte de Jesus, mas Ele é sempre superior. Jesus sempre é apresentado como pessoa à parte e menor, um humilde servo de Deus. É por isso que a Bíblia diz claramente que “a cabeça do Cristo é Deus” assim como “a cabeça de todo homem é o Cristo”. (1 Coríntios 11:3) E é por isso que o próprio Jesus disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28,
Em muitas ocasiões Jesus ensinou seus discípulos, seguidores e até mesmo numerosas multidões e não era incomum que as pessoas admirassem seu ensino. Algumas vezes no seu ministério vemos o elogio das pessoas ao que Cristo ensina dizendo que seu ensino não é como dos escribas ou fariseus, pois seu ensino tem autoridade.
Temos consciência de que o ensino de Jesus Cristo é fundamental para o cristão e que suas palavras tem autoridade sobre nós. Mas, encontramos nos ensinos de Cristo algo que demonstre sua divindade? Tenha em mente que Jesus quando ensinava, afirmava claramente ser o Cristo prometido em toda a Escritura.
Os judeus do período de Cristo, e muitos ainda hoje, esperam o Messias (Cristo) prometido nas Escrituras Hebraicas. Nela, os judeus sempre encontraram informações sobre quem o Messias seria e quais suas caracteristicas, mas infelizmente eles não haviam percebido a profundidade de algumas das afirmações a respeito do Messias esperado. Por exemplo, em Isaías 9.6 o Messias é chamado de Deus forte e em Salmos encontramos a declaração de que o trono messiânico seria para sempre, e nesse verso ele é chamado de Deus (Sl.45.6).
 
É verdade que em nenhuma dessas ocasiões se diz que o Messias seria chamado pelo nome de Jeová, mas seria chamado de Elohim, que nas escrituras hebraicas era um termo comum a ser empregado a seres humanos, como reis, e até mesmo a seres angélicos. Contudo, o próprio Jeová afirma ser Elohim algumas vezes, especialmente em Deuteronômio 6.4: “Escuta, ó Israel: Jeová, nosso Deus [Elohim], é um só Jeová“.
 
Entretanto, isso não  é tudo o que se poderia aprender com as Escrituras Hebraicas a respeito do Messias. Existe um texto muito interessante que afirma que o Messias seria o próprio Jeová:
“Eis que vêm dias”, é a pronunciação de Jeová, “e eu vou suscitar a Davi um renovo justo. E um rei há de reinar e agir com discrição, e executar o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias, Judá será salvo e o próprio Israel residirá em segurança. E este é o nome pelo qual será chamado: Jeová É Nossa Justiça” – Jeremias 23.5-6
 
Nesse texto, o Messias é primeiramente chamado de renovo justo, como é comum nas escrituras hebraicas (Sl. 132.11; Is.4.2; 11.1; Zc.6.12; ). Nesse texto também vemos que o Messias viria para executar o juízo e a justiça, bem como proteger a Israel. Entretanto, o seu nome será Jeová é nossa Justiça.
Dois detalhes aqui são importantes: (1) o uso do termo “nome” (hb. shem) e (2) o uso do Tetragrama (YHWH). O uso do termo “nome” é importante, pois ele não fala apenas da nomenclatura de um pessoa, mas o termo hebraico é frequentemente associado ao caráter de uma pessoa, observe:
 
Por favor, não fixe meu senhor seu coração neste homem imprestável, Nabal, pois ele é tal qual seu nome. Nabal é o seu nome e a insensatez está com ele. Quanto a mim, tua escrava, não vi os moços do meu senhor, que enviaste. – 1 Samuel 25.25
 
Essa relação entre nome e caráter nas escrituras hebraicas é fato claramente observável. Considere o caso de Jacó que teve seu nome alterado para Israel por Jeová (Gn.35.10). O significado de Jacó é “enganador” ao passo que Israel “Deus prevalece” como expressão da fidelidade e manutenção graciosa do Seu Soberano Plano apresentado a Abraão. Fato similar acontece com Noemi, que por grande sofrimento pela perda do marido e dos seus filhos (Rt.1.12), descreve sua situação com o termo “amarga” (hb. Mara; Rt.1.13; cf. Ex.15.23), nome que adota para descrever sua situação: “Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara, porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso” (Rt.1.20).
Entretanto, é fundamental demonstrar que esse termo (hb. shem) é usado nas escrituras hebraicas para descrever a exclusividade de Jeová, e eventualmente é usado em substituição do Tetragrama:
Deves fazer para mim um altar de terra, e sobre ele tens de sacrificar as tuas ofertas queimadas e os teus sacrifícios de participação em comum, teu rebanho e tua manada. Em todo lugar onde farei que meu nome seja lembrado virei a ti e certamente te abençoarei. – Êxodo 20.24
Por isso vou entoar melodias ao teu nome para todo o sempre, A fim de pagar meus votos dia após dia – Salmos 61.8
Em ambos os versos, a ideia é que Jeová Deus deveria ser lembrado ou adorado, e as escrituras hebraicas apresentam esse tipo de situação várias vezes. Contudo, ainda mais interessante do que isso é que o texto de Jeremias fala que o nome, isso é, o caráter e a essência do Messias, será Jeová. Contudo, Jeová mesmo garante que o Tetragrama é o seu nome e ele não o dá a ninguém:
Jeová é pessoa varonil de guerra. Jeová é o seu nomeÊxodo 15.3

Deus disse então mais uma vez a Moisés: “Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: ‘Jeová, o Deus de vossos antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó enviou-me a vós.’ Este é o meu nome por tempo indefinido e esta é a recordação de mim por geração após geração – Êxodo 3.15
Eu sou Jeová. Este é meu nome; e a minha própria glória não darei a outrem, nem o meu louvor a imagens entalhadas – Isaías 42.8
Ou seja, ao dizer que o Messias terá o nome de Jeová nossa Justiça, Jeová está dizendo que o Messias será como Jeová. Mais importante ainda, o Messias terá o mesmíssimo nome de Jeová, o nome que não divide com ninguém. É importante dizer que no texto de Jeremias encontramos o Tetragrama para descrever a pessoa do Messias. Assim, podemos dizer que as escrituras hebraicas claramente atestam que o Messias será divino.
Tendo assegurado isso, devemos lembrar que Jesus chamou para si a ideia de ser o Cristo, prometido pelas escrituras. João, o batizador, quando já encarcerado teve dúvidas quanto a verdade e pediu que seus discípulos fossem conferir se de fato Jesus era o Messias:
João, na cadeia, porém, tendo ouvido [falar] das obras do Cristo, enviou os seus próprios discípulos e mandou dizer-lhe: “És tu Aquele Que Vem, ou devemos esperar alguém diferente?” Jesus disse-lhes, em resposta: “Ide e relatai a João o que ouvis e vedes: 5 Os cegos estão vendo novamente e os coxos estão andando, os leprosos estão sendo purificados e os surdos estão ouvindo, e os mortos estão sendo levantados, e aos pobres estão sendo declaradas as boas novas; 6 e feliz é aquele que não achar em mim nenhuma causa para tropeço – Mateus 11.2-6
A resposta de Jesus foi clara: Ele citou Isaías 35.5 e 61.1 que falam sobre o Messias. Jesus não teve qualquer dificuldade em assumir que era de fato o Messias prometido. Quando Pedro declarou que Ele era o Cristo, Jesus demonstrou que tal verdade fora revelada pelo Pai que está nos céus (Mateus 16.16-17). Mas, uma importante evidência de sua clara consciência messiânica foi vista já perto do fim de sua vida:
 
O sumo sacerdote começou novamente a interrogá-lo e disse-lhe: “És tu o Cristo, o Filho do Bendito?” Jesus disse então: “Sou; e vós vereis o Filho do homem sentado à destra de poder e vindo com as nuvens do céu – Marcos 14.61-62
Nessa ocasião fica evidente que Jesus claramente assume o título de Cristo, e devemos dizer que diante do testemunho das escrituras hebraicas, Jesus Cristo é de fato divino, pois foi assim que as escrituras hebraicas se referiram a Ele.
Ou seja, ao assumir ser o Cristo Prometido, Jesus claramente confirmou sua identidade divina.

O que o ensino de Jesus testemunha a seu respeito? (3/3)

O CONCEITO da Bíblia é claro. Não apenas é o Todo-poderoso Deus, Jeová, uma personalidade à parte de Jesus, mas Ele é sempre superior. Jesus sempre é apresentado como pessoa à parte e menor, um humilde servo de Deus. É por isso que a Bíblia diz claramente que “a cabeça do Cristo é Deus” assim como “a cabeça de todo homem é o Cristo”. (1 Coríntios 11:3) E é por isso que o próprio Jesus disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28, O fato é que Jesus não é Deus e nunca afirmou ser. - Deve-se crer na Trindade, pp.20.

Em muitas ocasiões Jesus ensinou seus discípulos, seguidores e até mesmo numerosas multidões e não era incomum que as pessoas admirassem seu ensino. Algumas vezes no seu ministério vemos o elogio das pessoas ao que Cristo ensina dizendo que seu ensino não é como dos escribas ou fariseus, pois seu ensino tem autoridade.
Temos consciência de que o ensino de Jesus Cristo é fundamental para o cristão e que suas palavras tem autoridade sobre nós. Mas, encontramos nos ensinos de Cristo algo que demonstre sua divindade? Tenha em mente que Jesus aceitava dos homens aquilo que apenas Jeová pode aceitar.
Outra característica interessante de Cristo é que além de suas obras e seus ensinos atestarem sua divindade, Ele também aceita duas ações dos homens que devem ser apenas oferecidas a Jeová: oração e adoração. Diferente do que muitas pessoas pensam Jesus não apenas ensinou os discípulos a orarem, Ele os incentivou a orarem em seu nome:
Também, o que for que pedirdes em meu nome, eu farei isso, a fim de que o Pai seja glorificado em conexão com o Filho. Se pedirdes algo em meu nome, eu o farei – João 14.13-14
Vós não me escolhestes, mas eu escolhi a vós, e eu vos designei para prosseguirdes e persistirdes em dar fruto, e que o vosso fruto permaneça; a fim de que, não importa o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dê – João 15.16
E naquele dia não me fareis absolutamente nenhuma pergunta. Eu vos digo em toda a verdade: Se pedirdes ao Pai qualquer coisa, ele vo-la dará em meu nome. Até o momento não pedistes nem uma única coisa em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja plena - João 16.23-24
É bem verdade que no ensino de Cristo, fica evidente que a oração deve ser feita ao Pai, mas é na sua autoridade que tal oração é feita. Entretanto, seus seguidores não apenas oravam em nome de Cristo (1Co.5.4) como também oravam a Cristo:
E atiravam pedras em Estêvão, enquanto ele fazia apelo e dizia: “Senhor Jesus, recebe meu espírito – Atos 7.59
Mas, mais importante do que ser digno de receber as orações de seus seguidores, Jesus Cristo também recebeu adoração. As escrituras hebraicas deixam claro que apenas Jeová pode ser adorado (Ex.20.1-4, Dt.5.6-7). As escrituras gregas cristãs do mesmo modo apóiam a exclusividade de Jeová na adoração com clareza (At.17.29; 19.26; Rm.1.23). As escrituras também são claras em atestar que nenhum ser humano é digno de receber adoração (At.14.15) e que até mesmo os seres angélicos não tem tal dignidade (Rev.22.8,9). Infelizmente, a Tradução do Novo Mundo esconde o fato de que Jesus recebeu adoração dos seus leitores, por dizer que eles o homenageavam:
E eis que veio um leproso e começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: “Senhor, se apenas quiseres, podes tornar-me limpo” – Mateus 8.2
Em primeiro lugar, o próprio texto não parece um ambiente de prestação de homenagem, afinal o homem que se achega a Cristo aqui está aflito e perdido. Ele precisa de ajuda, ele está desesperado. Até mesmo sua afirmação a Cristo parece sugerir mais do que uma homenagem: Ele o chama de Senhor e reconhece seu poder e autoridade para realizar o que ele lhe pede. Em nenhum momento esse leproso desconfiou de quem Jesus era e do que Ele era capaz de fazer, mas submisso à sua autoridade, pede que se for da vontade Dele, que Cristo o faça limpo.
Em segundo lugar, o termo empregado por Mateus aqui foi mal compreendida pela Tradução do Novo Mundo (TNM). O termo usado aqui é “proskunéo“, o mesmo termo que a TNM traduz em outros lugares, especialmente em referência a Jeová como adoração:
“Todas estas coisas te darei, se te prostrares e me fizeres um ato de adoração” Jesus disse-lhe então: “Vai-te, Satanás! Pois está escrito: ‘É a Jeová, teu Deus, que tens de adorar e é somente a ele que tens de prestar serviço sagrado” – Mateus 4.9-10
Nesses versos o mesmo termo é usado duas vezes, e vemos que o sentido aqui é claramente adorar, e sempre que o termo é usado em referência a Jeová, esse é o sentido usado pela TNM (Mt 4:10; Jo 4:20-23s; 12:20; At 24:11; 1Cor 14:25; Hb 11:21; Rv 4:10; 14:7; 19:4). O mesmo acontece quando é usado em referência a agentes de Satanás (Lc 4:7 ; Rv 9:20; 13:4; 14:9, 11) e a seres angélicos (Rv.22.8). Até mesmo quando Pedro foi surpreendido pela postura de Cornélio, o termo usado também foi “proskunéo” (At.10.25). Ou seja, a TNM aceita que o termo tenha de fato o sentido de adoração, mas apenas nas ocasiões relacionadas a Cristo é que ela faz diferença (Mt 2:2, 8, 11; 8:2; 9:18; 14:33; 20:20; 15:25; 28:9, 17; Mc 5:6; 15:19; Lc 24:52). Com isso, estamos dizendo que as escrituras sagradas afirmam com clareza que Jesus recebeu adoração, e que isso certamente implica em dizer que Jesus é divino.
Entretanto, a mais clara das afirmações sobre quem Cristo é foi realizada em um ato de adoração, quando Tomé o reconheceu após a ressurreição: “Em resposta, Tomé disse-lhe: “Meu Senhor e meu Deus!” (João 20.28). É interessante que, diferente dos seres angélicos e seres humanos, Jesus nunca repreendeu as pessoas que se prostravam diante dele em adoração, do mesmo modo que nunca repreendeu a Tomé por chamá-lo de Senhor e Deus.
Com isso, estamos dizendo que com sua postura nesses casos, Jesus claramente falou ser Ele verdadeiramente divino.

2 de abril de 2013

A Mensagem de Deus para os nossos dias.


Ramon Umashankar nasceu em Brahmin, na Índia. Os anciãos de sua aldeia lhe ensinaram desde pequeno que ele era um deus e que a fim de mostrar sua divindade deveria praticar ioga e meditação. Quando se tornou adolescente, Ramon começou a duvidar do fato de ser realmente possível encontrar a Deus através dos vários ídolos que eles adoravam nos templos hindus.
Ramon começou a examinar a Bíblia e as afirmações de Cristo. Ele sempre tinha respeitado Jesus por Sua humildade, mas agora Ramon aprendeu que esse Jesus também afirmava ser o único Filho de Deus. Ele percebeu que muitos cristãos aparentavam uma paz que ele não fora capaz de alcançar com anos de meditação. Ainda assim, Ramon estava determinado a encontrar a verdade dentro da sua própria religião, o hinduísmo.
Certo dia, ele assistiu a um filme sobre a vida de Cristo. Pela primeira vez percebeu que Jesus tinha experimentado sofrimento e medo quando humano. Antes disso, ele achava que Jesus tivesse usado de alguma maneira Seus poderes sobrenaturais para escapar à dor da crucifixão. Agora, ele não podia explicar a cruz. Ele se perguntou: Como foi possível que Jesus passasse por tamanha provação em prol de homens pecadores?
À medida que Ramon continuava a meditar sobre a morte de Cristo, ele ficou incrivelmente maravilhado por tal demonstração de amor. Então, ele decidiu desistir de seu tão cobiçado status na sociedade e entregar sua vida para Jesus, o Salvador. Em comparação com o sacrifício de amor de Cristo, disse Ramon, "tudo o mais perde seu valor".
Esse jovem descobriu a verdade central do cristianismo: Jesus, o Salvador do mundo.
1. QUAL É A RELIGIÃO QUE SALVA?
Jesus é o único caminho para a salvação.
"Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos". Atos 4:12 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).
A Bíblia claramente afirma que estamos perdidos no pecado. Assim, estamos sujeitos à pena do pecado: a morte (Romanos 6:23). Todos pecaram (Romanos 3:23), por isso, todos estão sujeitos à morte. Jesus é o Único - não há nenhum outro - que pode nos resgatar da condenação do pecado.
"Todo aquele que olhar para o Filho e nEle crer tenha a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia". João 6:40
Há apenas uma religião verdadeira:

"Há um só Senhor, UMA SÓ FÉ, um só batismo". Efésios 4:5
2. SERÁ QUE DEUS TEM UMA MENSAGEM ESPECIAL PARA OS CRITÃOS DOS ÚLTIMOS DIAS?
Sim. Essa mensagem está dividida em três partes e aparece em Apocalipse 14:6-16. A proclamação dessas mensagens dadas por três anjos culmina com a segunda vinda de Cristo (versos 14-16).
(1) A MENSAGEM DO PRIMEIRO ANJO
"Então vi outro anjo, que voava pelo céu e tinha na mão o evangelho eterno para proclamar aos que habitam na terra, a toda nação, tribo, língua e povo. Ele disse em alta voz: 'Temam a Deus e glorifiquem-no, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas'". Apocalipse 14:6, 7.
Apesar das Escrituras retratarem essas três mensagens através da simbologia de três anjos, na verdade é o povo de Deus que apresenta essas mensagens ao mundo. Eles não proclamam um novo evangelho, mas o "evangelho eterno", ao mundo inteiro, "cada nação, tribo, língua e povo". O "evangelho eterno" de Jesus é a mesma mensagem de salvação que as pessoas no Velho Testamento aceitaram "pela fé" (Hebreus 3:16-19; 4:2; 11:1-40), o mesmo ensino que o próprio Jesus proclamou, o mesmo evangelho que os discípulos pregaram para conquistar o mundo para Cristo, o mesmo evangelho que tem sido anunciado pelos séculos da era cristã.
O evangelho de Jesus Cristo que oferece a salvação de forma simples quase desapareceu da igreja por mais de mil anos, durante a Idade das Trevas. Mas, a Reforma o reavivou e o povo de Deus prega isso ao redor do mundo hoje. O primeiro anjo proclama essa mesma mensagem do evangelho, mas sob uma nova abrangência: uma abrangência mundial, para chegar a todas as pessoas que vivem pouco antes da segunda vinda de Jesus.
Aqueles que aceitam essa mensagem são chamados para "temerem a Deus e glorificá-lO [refletir Seu caráter]". Eles mostram ao mundo o caráter de amor de Deus, não apenas por suas palavras, mas também por sua vida, através de um testemunho dinâmico. Eles apresentam uma vibrante revelação do que Deus pode fazer através das pessoas que estão cheias do Espírito de Cristo.
Quando essa mensagem dos três anjos deve ser proclamada ao redor do mundo? Quando a hora do juízo de Deus tiver chegado. A lição 13 explica que Jesus começou o trabalho do Seu juízo pré-advento em 1844. Naquele mesmo ano, 1844, Jesus inspirou pessoas ao redor do mundo a começarem a pregar a mensagem de Apocalipse 14.
Essa mensagem nos conclama a "adorar Aquele que fez os céus, [e] a terra". (Apocalipse 14:7). Deus nos pede para lembrar do sábado "para o santificar", porque "em seis dias o Senhor fez os céus e a terra" (Êxodo 20:8-11). Em 1844, quando Darwin estava propondo a teoria da evolução, Deus estava chamando Seu povo para voltarem a adorá-lO como Criador. Naquela mesma época, os que estavam pregando a mensagem dos três anjos descobriram o sétimo dia, o sábado da Palavra de Deus, e começaram a guardá-lo em honra ao Criador dos céus e da terra.
(2) A MENSAGEM DO SEGUNDO ANJO
"Um segundo anjo o seguiu, dizendo: 'Caiu! Caiu a grande Babilônia que fez todas as nações beberem do vinho da fúria da sua prostituição!'". Apocalipse 14:8
O segundo anjo alerta: "caiu a grande Babilônia". Apocalipse 17 é uma imagem contrastante com a mulher pura de Apocalipse 12, que representa a verdadeira igreja cristã. A mulher que representa Babilônia é uma mulher caída, que "fez todas as nações beberem do vinho da fúria da sua prostituição".
O vinho da doutrina falsa tem permeado essas formas adulteradas de cristianismo. A mensagem do segundo anjo conclama o povo de Deus a resistir aos ensinos falsos de um cristianismo apostatado.
A Babilônia representa uma mistura de muitas formas de cristianismo apostatado. Ela é muito perigosa porque distorce o verdadeiro caráter de Deus, e O apresenta em caricaturas: ou Deus é vingativo e exigente, ou Deus é um avô sentimental que é bondoso demais para se incomodar com quem peca. Uma igreja saudável apresentará uma visão equilibrada de todos os atributos de Deus e mostrará como Sua justiça e misericórdia se combinam na afirmação de que Deus é amor.
Deus chama o povo para "sair" de Babilônia (18:4), para rejeitar os ensinos não-bíblicos, e seguir os ensinamentos de Cristo.
(3) A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO
"Um terceiro anjo os seguiu, dizendo em alta voz: 'Se alguém adorar a besta e a sua imagem e receber a sua marca na testa ou na mão, também beberá do vinho do furor de Deus que foi derramado sem mistura no cálice da sua ira... Para todos os que adoram a besta e a sua imagem, e para quem recebe a marca do seu nome, não há descanso, dia e noite'. Aqui está a perseverança dos santos que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus". Apocalipse 14:9-12
A mensagem do terceiro anjo divide o mundo inteiro em dois grupos. De um lado se colocam os cristãos apóstatas que "adoram a besta e sua imagem, e para quem recebe a marca do seu nome". Isso demanda uma resistência paciente por parte do santos que "obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus".
Note o contraste entre os dois grupos. Aqueles que recebem a marca da besta são adoradores comprometidos que seguem idéias e práticas humanas. Os "santos" têm traços distintos: "perseverança", obediência aos "mandamentos de Deus" e permanecer "fiéis a Jesus".
Depois que essa mensagem em três partes houver sido espalhada pelo mundo, Jesus virá para fazer a "colheita" dos salvos:
"Olhei, e diante de mim estava uma nuvem branca e, assentado sobre a nuvem, alguém 'semelhante a um filho de homem'. Ele estava com uma coroa de ouro na cabeça e uma foice afiada na mão. Então saiu do santuário outro anjo, que bradou em alta voz àquele que tinha a foice afiada: 'Tome a sua foice e faça a colheita, pois a safra da terra está madura; chegou a hora de colhê-la'. Assim, aquele que estava assentado sobre a nuvem passou sua foice pela terra, e a terra foi ceifada". Apocalipse 14:14-16
3. A IGREJA DE DEUS DOS ÚLTIMOS DIAS
Você já se encontrou um cristão verdadeiro, que faz você se admirar de sua devoção, paciência e fé, e desejar ter uma experiência espiritual semelhante? Deus deu Sua mensagem especial de Apocalipse 14 para nossos dias porque ela pode produzir tal experiência.
Como discutido na Lição 25, Apocalipse 12:17 identifica os cristãos dos últimos dias como "os que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus". Apocalipse 14:12 descreve esse mesmo grupo como os "santos que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus".
Vamos resumir as características dos cristãos dos últimos dias:
(1) Eles "permanecem fiéis ao testemunho de Jesus". Mesmo quando Satanás joga Sua ira contra eles, eles "permanecem fiéis ao testemunho de Jesus". Sua fé não está fundamentada em seus próprios atos, é um dom de Deus (Efésios 2:8). A igreja de Deus dos últimos dias vê mais e mais claramente o verdadeiro caráter de Cristo e, pela graça e através da fé, se tornam monumentos vivos do poder de Cristo habitando neles.
(2) Eles "guardam... a fé de Jesus" (Apocalipse 14:12, Versão Almeida Revista e Atualizada, 2a edição). A fé que Jesus teve, a fé que foi ensinada por Ele, a fé pela qual Ele viveu, agora está presente na vida dessas pessoas. Eles não apenas têm a verdade, eles "guardam" a verdade - eles a seguem. Para eles, religião é vida, a crença está relacionada com a prática, e a fé está ligada à obediência. Eles vivem "a fé de Jesus".
Eles descobriram que os grandes ensinos da Bíblia, quando aplicados à vida diária, produzem uma vida cristã dinâmica. Eles descobriram que as grandes verdades bíblicas lhes despertam amor e devoção a Cristo, e isso satisfaz todos as necessidades e anseios do coração humano.
(3) Eles "obedecem aos mandamentos de Deus", os Dez Mandamentos, a lei moral de Deus. Eles querem, mais que tudo, obedecer cada desejo, cada mandamento de Deus. Eles mostram seu amor a Deus e amor às outras pessoas mediante a obediência a todos os mandamentos de Deus, incluindo o quarto mandamento, que nos dirige para a adoração ao nosso Criador pela guarda do sábado.
(4) Eles partilham a mensagem do "evangelho eterno" pelo mundo (Apocalipse 14:6). O evangelho declara que Jesus morreu por nossos pecados e depois ressuscitou da tumba, a fim de que pudéssemos experimentar um relacionamento com Ele que nos salva. A igreja de Cristo desses últimos dias tem estado a pregar às pessoas em todo lugar para saírem da confusão religiosa e estabelecerem um relacionamento com Jesus baseado apenas nas verdades bíblicas.
(5) Eles são guiados por um senso de urgência, pois "a safra da terra está madura; chegou a hora de colhê-la" (Apocalipse 14:15), e milhões ainda não encontraram a Cristo.
(6) Eles são impulsionados pela missão dada por Deus. Visto que a "Grande Babilônia" caiu, eles pleiteiam com aqueles que ainda vivem em confusão religiosa a saírem dela (Apocalipse 18:4). Eles desejam partilhar com as outras pessoas o maravilhoso relacionamento que têm com Cristo e a felicidade que alcançam como resultado disso.
Tudo isso e muito mais serve para unir os corações dos milhões de cristãos que atenderam ao chamado da mensagem dos três anjos. Sua vida de alegria os leva a se unirem ao apóstolo João e estenderem esse convite a você:
"Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus Cristo. Escrevemos estas coisas para que a alegria de vocês seja completa". I João 1:3, 4, nota da margem.
Através de Seu Espírito e Sua igreja, Jesus convida você a também vir e entregar tudo o que você tem a Ele:
"O Espírito e a noiva [a igreja] dizem: 'Vem!'. E todo aquele que ouvir diga:'Vem!'. Quem tiver sede, venha; e quem quiser, beba de graça da água da vida". Apocalipse 22:17
4. AS DUAS COLHEITAS
A mensagem dos três anjos culmina quando Jesus voltar a essa terra para fazer a colheita dos salvos de todas as eras (Apocalipse 14:14-16). Jesus reúne todos os salvos e os leva com Ele para Suas "muitas mansões" no céu. (João 14:1-3, versão Almeida Revista e Atualizada, 2a edição). Ele acaba de vez com o pecado, a doença, a miséria e a morte. Os santos, então, começam a viver uma nova e gloriosa vida com Ele por toda a eternidade (Apocalipse 21:1-4).
Jesus também fará uma "colheita" dos ímpios quando Ele vier:
"Outro anjo saiu do santuário dos céus, trazendo também uma foice afiada. E ainda outro anjo... bradou em alta voz àquele que tinha a foice afiada: 'Tome sua foice afiada e ajunte os cachos de uva da videira da terra, porque as suas uvas estão maduras!" O anjo passou a foice pela terra, ajuntou as uvas e as lançou no grande lagar da ira de Deus. Elas foram pisadas no lagar, fora da cidade, e correu sangue do lagar". Apocalipse 14:17-20
Esse será um tempo trágico de destruição final, um evento de muito sofrimento para Cristo, pois Ele precisará destruir aqueles que se recusam a ser salvos. Jesus "é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento". (II Pedro 3:9).
Quando Jesus vier para fazer a colheita da terra, em qual você estará? Estará você entre a safra dos redimidos para a eternidade (Apocalipse 14:13-16)? Ou você estará entre a safra de uvas que suportará a ira com os perdidos (versos 17-20)?
A escolha está claramente apresentada. De um lado, Jesus com as mãos marcadas dos pregos, instando com você para que se coloque ao lado dos "santos" que "obedecem aos mandamentos de Deus e mantêm a fé de Jesus" (verso 12). Do outro lado, estão as vozes de seres humanos, instando com você que a crença em toda a Bíblia e a obediência a todos os mandamentos de Deus não é importante.
A multidão na sala de julgamento de Pilatos certa vez teve que enfrentar uma situação bastante parecida com essa. De um lado estava Jesus, o divino-humano, o Deus que se fez homem. Do outro lado estava Barrabás, um homem sem esperança, incapaz de ajudar a si mesmo ou àqueles na multidão que testemunhavam aquela cena trágica. E ainda assim, quando a voz de Pilatos foi ouvida por aquela heterogênea multidão: "'Qual dos dois vocês querem que eu lhes solte?' Responderam eles: 'Barrabás!'".
"Perguntou Pilatos: 'Que farei então com Jesus, chamado Cristo?'".
"Todos responderam: 'Crucifica-o'".
E assim, Jesus, o inocente, foi crucificado; e Barrabás, o culpado, foi libertado. (ver Mateus 27:20-26).
A quem você escolhe hoje, Barrabás ou Jesus? Você prefere seguir as idéias e os ensinos de homens, e que são contrários aos mandamentos de Deus e ao evangelho eterno de Jesus? Ou você deseja "obedecer aos mandamentos de Deus e permanecer fiel ao testemunho de Jesus"? Lembre-se, o próprio Jesus prometeu enviar Seu Espírito Santo para resolver cada perplexidade em sua vida, curar cada mágoa, e satisfazer cada um dos seus anseios mais profundos.