30 de junho de 2011

COMO LIDAR COM A SOLIDÃO

1. Deus revelou-se a Jacob na solidão, assegurando-lhe que cuidaria dele.
“Estou com você e cuidarei de você, aonde quer que vá; e eu o trarei de volta a esta terra. Não o deixarei enquanto não fizer o que lhe prometi”. (Génesis 28:15).

2. Quando Elias se sentiu só e desalentado, buscou as trevas de uma caverna. Deus, ternamente foi ter com ele e falou-lhe, reanimando-o.
“Ali entrou numa caverna e passou a noite. E a palavra do Senhor veio a ele: “O que você está fazendo aqui, Elias? “ O Senhor lhe disse: “Saia e fique no monte, na presença do Senhor, pois o Senhor vai passar”. Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave. Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: “O que você está fazendo aqui, Elias? “ Ele respondeu: “Tenho sido muito zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos. Os israelitas rejeitaram a tua aliança, quebraram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada. Sou o único que sobrou, e agora também estão procurando matar-me”. O Senhor lhe disse: “Volte pelo caminho por onde veio, e vá para o deserto de Damasco. Chegando lá, unja Hazael como rei da Síria.” (1 Reis 19:9, 11-15).

3. Deus promete nunca esquecer os Seus filhos.
“Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”.” (Hebreus 13:5).

4. Uma vez que Jesus foi desprezado, rejeitado pelos homens e deixado só, a morrer na cruz, Ele compreende perfeitamente a sua solidão.
“Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de tristeza e familiarizado com o sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não o tínhamos em estima. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido.” (Isaías 53:3-4).

5. Quando você vai a Jesus, Ele enche o seu coração com a glória da Sua presença, e o adota como Seu filho ou filha.
6. Quando em dificuldades ou deixada só, pelo divórcio ou pela viuvez, uma mulher cristã tem a certeza que o próprio Deus preencherá as necessidades de seu coração.
“Não tenha medo; você não sofrerá vergonha. Não tema o constrangimento; você não será humilhada. Você esquecerá a vergonha de sua juventude e não se lembrará mais da humilhação de sua viuvez. Pois o seu Criador é o seu marido, o Senhor dos Exércitos é o seu nome, o Santo de Israel é seu Redentor; ele é chamado o Deus de toda a terra. O Senhor chamará você de volta como se você fosse uma mulher abandonada e aflita de espírito, uma mulher que se casou nova, apenas para ser rejeitada”, diz o seu Deus. ”Por um breve instante eu a abandonei, mas com profunda compaixão eu a trarei de volta. Num impulso de indignação escondi de você por um instante o meu rosto, mas com bondade eterna terei compaixão de você”, diz o Senhor, o seu Redentor.” (Isaías 54:4-8).

7. Para vencer sua solidão, torna-se necessário orientar a vida no sentido de fazermos os outros felizes. Para ter amigos, você primeiramente deve se tornar amigo de alguém.
“O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá.” (Provérbios 11:25).

“tem muitos amigos pode chegar à ruína, mas existe amigo mais apegado que um irmão.” (Provérbios 18:24).

“Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo.” (Gálatas 6:2).

Extraído do livro “Estudando Juntos” de autoria do Pr. Mark Finley, pág 109.

AS DUAS TESTEMUNHAS

Em qualquer julgamento são exigidas pelo menos duas testemunhas, a fim de que sejam evitados casos de perjúrio, falsidade, engano ou injustiça e para que se dê, ao depoimento, garantia de plena autenticidade. Duas testemunhas, separadamente, não serão unânimes em suas afirmações se não presenciaram, realmente, um mesmo acontecimento. Quando duas pessoas afirmam ou relatam um mesmo acontecimento e são unânimes nas suas opiniões, tendo sido ouvidas em separado, podemos ter a certeza de que dizem a verdade.

Assim fez Deus ao dar-nos as duas testemunhas: o Antigo e o Novo Testamentos, separadas uma da outra por quase quinhentos anos. Tudo o que a Antiga Testemunha revelou é confirmado pela Nova Testemunha. Tudo o que o Novo Testamento apresentou já estava revelado no Antigo, embora às vezes de uma maneira oculta, ou de difícil entendimento, para nós. O Novo Testamento trouxe mais luz sobre as verdades do Velho.

As pessoas não podem apresentar pretextos para o desconhecimento das verdades expressas nas Sagradas Escrituras ou desculpas para justificar o seu desinteresse pelas mesmas. Por esta razão Deus nos deu duas testemunhas para que não haja dúvidas de que a Bíblia Sagrada contém as verdades eternas da redenção. Elas revelam o sacrifício de Jesus Cristo, a única fonte de salvação e o único caminho pelo qual o homem pode ser reconciliado com Deus e ter o direito de receber a vida eterna. Mas, apesar da misericórdia de Deus assim evidenciada, por causa do seu orgulho, o ímpio não investiga; todas as suas cogitações são: não há Deus (Salmo 10:4).

OS PRINCÍPIOS DIVINOS SÃO IMUTÁVEIS

O Evangelho ou boa nova de salvação tem sido pregado desde há muitos séculos. Qual a razão de se usar o termo de “Evangelho Eterno”? Esta é a grande questão trazida pelo apóstolo, e já referida há quase 2.000 anos por outro apóstolo, Paulo, o Apóstolo dos Gentios, prevendo que a pureza do Evangelho Eterno seria alterada pela tradição ou por autoridade do homem.

Ele ensinou: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro Evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema" (Gálatas 1:8). E ele não deixa dúvidas com respeito à imutabilidade do mesmo, ao afirmar: "Também vos notifico, irmãos, o Evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não, é que crestes em vão"(I Coríntios 15:1-2). As verdades do Evangelho Eterno é que deverão ser anunciadas a todo o mundo, antes que sobrevenha o fim e Jesus a ele retorne em poder e grande glória, para consumar a Sua obra de redenção, e estabelecer o Seu reino eterno e a vitória sobre a morte e Satanás. Estas verdades devem vir à luz, para que toda a criatura tome a sua decisão, para a vida, ou para a morte. Ao lado de Cristo, ou ao lado de Satanás. Paulo ainda disse que o Evangelho deve ser levado a todos com clareza, pois se o nosso Evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto (II Coríntios 4:3).

O Evangelho Eterno anunciado por Jesus aos Seus discípulos e por eles proclamado a todas as criaturas é o mesmo anunciado a Adão, após o pecado, e a todos os patriarcas e profetas, em todos os séculos da história humana. Isto é tão verdadeiro, quanto a afirmação de que Deus, o Senhor dos Exércitos, não muda.

O próprio Deus afirma, através da Sua Palavra Sagrada: "Eu, o Senhor, não mudo..." (Malaquias 3:6). A segurança dos que confiam em Deus reside na fidelidade e imutabilidade de Sua Palavra, de Seus princípios e de Suas promessas.

Ele afirma: "E também Aquele que é a Força de Israel não mente nem Se arrepende, porquanto não é um homem para que se arrependa" (I Samuel 15:29). E acrescenta: "Deus não é homem para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura diria Ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria"? (Números 23:19). O apóstolo São Tiago escreveu: "Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em Quem não há mudança nem sombra de variação" (Tiago 1.17). São Pedro acrescenta: "... a Palavra do Senhor permanece para sempre" (I Pedro 1:25). Portanto, podemos ter a certeza de que Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente (Hebreus 13:8). Portanto, a boa nova de salvação ou o Evangelho Eterno, como está claramente indicado pelo seu próprio nome, não muda, assim como não muda o Seu Autor.

29 de junho de 2011

A SEGUNDA RESSURREIÇÃO - Parte II

O último conceito apresentado no item relacionado com este assunto aparentemente não se compatibiliza com a natureza mortal do homem. Se a alma é mortal, como se explica o texto citado, onde se diz que os que forem condenados serão atormentados para todo o sempre nas chamas de um lago de fogo, chamas estas que nada mais seriam do que a doutrina do inferno, um lugar de sofrimentos atrozes e que jamais terão fim?

É este pensamento cristão? Está ele de acordo com o contexto das Sagradas Escrituras e, principalmente, de acordo com o caráter de Deus e os Seus princípios de justiça? Como e quando foi ele criado, por quem e para que fim? Para que este tema seja devidamente compreendido é necessário que se busquem as suas origens e que se estude a maneira como foram elas inseridas nas Sagradas Escrituras.

Como surgiu a ideia da condenação eterna e onde ela se manifestou pela primeira vez? É necessário que se saiba que ela remonta às mais antigas das civilizações, fazendo parte dos cultos babilónicos, persas e egípcios, entre outros. Juntamente com o inferno, que seria o lugar definitivo de condenação das pessoas após a morte, surgiu na antiga Pérsia o dogma de um lugar em que as pessoas ficariam temporariamente purgando as suas culpas, pagando os seus pecados. Após um determinado período de tempo nesse purgatório, tempo esse variável de acordo com os pecados acumulados na vida, a pessoa estaria purificada e apta para o paraíso.

Com o sincretismo religioso verificado nos primeiros séculos da era cristã, os princípios do paganismo foram

COMO JESUS TRATAVA AS PESSOAS

Jesus é a “pessoa” original dos seres humanos. Ele os criou, tornou-Se um dia, morreu por eles, e não pode ficar sem eles. Assim, alegre-se ao reconsiderar o modo como Jesus tratou os pecadores, líderes religiosos, as pessoas comuns e outros. E ao ler, aprenda outra vez como Ele se sente em relação a você.

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Índice dos Temas Abordados Neste Livro

1. Como Jesus Tratou os Cambistas do Templo
2. Como Jesus Tratou os Caídos
3. Como Jesus Tratou os Temerosos
4. Como Jesus Tratou os Rejeitados
5. Como Jesus Tratou os Enlutados
6. Como Jesus Tratou os Pecadores Conscientes
7. Como Jesus Tratou os Endemoninhados
8. Como Jesus Tratou os Pobres
9. Como Jesus Tratou os Publicanos e Coletores de Impostos
10. Como Jesus Tratou os Gentios
11. Como Jesus Tratou as Mulheres
12. Como Jesus Tratou os Desesperançados
13. Como Jesus Tratou Seus Discípulos
14. Como Jesus Tratou Seus Vizinhos
15. Como Jesus Tratou os Líderes Religiosos
16. Como Jesus Tratou as Pessoas Comuns
17. Como Jesus Tratou os Não-Membros da Igreja
18. Como Jesus Foi Tratado no Jardim
19. Como Pedro Tratou Jesus
20. Como Trataram a Jesus no Pretório de Pilatos
21. O Caminho da Cruz

O PECADO IMERDOÁVEL: NÃO RETORNO!

Quando um pára-quedista se aproxima da porta do avião e salta para fora, ele sabe que não há possibilidade de voltar atrás. Ele foi longe demais, e se ele se esquecer de puxar a corda de seu pára-quedas, nada ele irá vai a caminho da morte. Que tragédia! Mas há algo ainda pior que pode acontecer a uma pessoa. Na verdade, muito pior é chegar ao ponto de não retorno no seu relacionamento com Deus. Ainda assim, milhões aproximam-se deste ponto e não fazem de forma despreocupada! Será possível que seja um deles? Qual seria o pecado terrível que poderia levar a tal destino? Por que Deus não pode perdoá-lo? Para obter uma resposta clara e penetrante, mas também cheia de esperança, reserve alguns minutos com a leitura deste fascinante post.
1. Qual é o pecado que Deus não pode perdoar?
“Portanto vos digo: Todo o pecado e blasfémia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada” (Mateus 12:31).
R: O pecado, que Deus não pode perdoar é a “blasfémia contra o Espírito Santo”. Mas o que é “blasfémia contra o Espírito Santo”? As pessoas têm muitas crenças diferentes sobre este pecado. Algumas crêem que seja o assassinato; outras que seja o amaldiçoar o Espírito Santo; outras crêem que seja o cometer suicídio, outras crêem que seja matar um recém nascido, outras crêem que seja negar a Cristo, outras que seja um acto horrível e hediondo, ou ainda a adoração a um falso deus! A pergunta seguinte irá lançar alguma luz útil sobre esta questão crucial.
2. O que diz a Bíblia sobre o pecado e blasfémia?
“Todo o pecado e blasfémia se perdoará aos homens” (Mateus 12:31).

27 de junho de 2011

TERÁ FIM O MUNDO TAL COMO HOJE EXISTE?

“O terramoto de 8,8 graus na escala Richter ocorrido no Chile, juntamente com os tremores que se sucederam nos dias seguintes, causou a morte de 799 pessoas. Conforme relatos, 1,5 milhão de casas foram danificadas pelo tremor e mais de 2 milhões – ou 12,5% dos 16 milhões de habitantes do Chile – foram afetados.”
“É assustador o que o que a chuva está fazendo no Rio de Janeiro, especialmente em Niterói. Dias atrás o problema era aqui em São Paulo. Antes foi Santa Catarina. E, assim vamos, de tragédia em tragédia. Com o risco da conformidade e insensibilidade diante de calamidades e atrocidades.”
“As autoridades da cidade de Rockhampton, no nordeste da Austrália, praticamente isolada por causa das inundações, continuam a proceder a evacuações e alertaram a população contra o perigo dos crocodilos e das serpentes, arrastados pela água entram nas aldeias, vilas e cidades.”
1. Que declaração é feita, ao narrar-se a obra da criação, quando foi terminada?
Rª: “E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom: e foi a tarde e a manhã o dia sexto. Assim os céus, e a Terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a Sua obra, que tinha feito.” Gén. 1:31; 2:1.
2. Que disse Jesus, ao expirar na Cruz?
Rª: “E quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.” João 19:30.
3. Que declaração será feita por ocasião do derramamento da última praga?
Rª: “E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do Céu, do trono, dizendo:

SEPULTAMENTO OU CREMAÇÃO?

Um dos membros mais velhos da nossa família disse que, quando morrer, gostaria de ser cremado em vez de sepultado. O pedido gerou uma grande discussão entre nós. Todos somos cristãos. Tem a Bíblia alguma orientação sobre este assunto tão delicado?
Os adventistas do sétimo dia nunca tomaram uma posição sobre cremação, porque a nossa compreensão bíblica acerca da morte e ressurreição faz com que o assunto perca a sua importância (veja Job 19:27; Daniel 12:2; Lucas 24:39). Contrários à ideia de uma dicotomia entre corpo e alma, afirmamos que o ser humano tem uma existência física tanto antes da morte como na ressurreição. O Deus que nos criou no princípio é igualmente capaz de nos recriar das cinzas da incineração, ou do pó que resulta do lento processo da decomposição. Todas as substâncias orgânicas retornam aos seus elementos básicos. A única diferença é sobre quanto tempo isso leva.
Na verdade, não defendemos a ideia de que na ressurreição o novo ser será composto das mesmas células e átomos que antes lhe formavam o corpo. As células morrem e os átomos se dispersam, e a restauração de uma pessoa não consiste apenas na reunião e reestruturação dos átomos, mas na expressão do poder criativo de Deus, não importando quais átomos estejam envolvidos (Salmo 104:29-30). Sabemos que cada ser vivo é um conduto por onde novos átomos entram enquanto que os velhos se dispersam, de modo que, numa escala maior, em 10 anos cada pessoa será composta por átomos inteiramente diferentes.

A CURA DO SENTIMENTO DE CULPA.

O sentimento de culpa é uma convicção natural que surge como consequência das nossas próprias faltas. É uma consequência do pecado; desse mesmo pecado que nos separa de Deus, nos entristece, e é capaz de conduzir-nos ao desespero e à ruína, se não for aplicado o grande remédio. Por outro lado, há uma forma – e uma só – de terminar com o sentimento de culpa: é a que veremos a seguir neste estudo.
O rei David depois de ter caído numa grave falta moral, expressou a angústia e abatimento que o dominavam, nestas significativas palavras: “Envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a Tua mão pesava dia e noite sobre mim; e o meu vigor se tornou em sequidão de estio” (Salmo 32:3-4). E logo acrescentou, numa sentida oração que dirigiu a Deus: “Não me repulses da Tua presença, nem me retires o Teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da Tua salvação” (Salmo 51:11-12).

25 de junho de 2011

A LEI DE DEUS EXPLICADA AOS GÁLATAS

Gálatas 2:16 - “Sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei e sim mediante a fé em Jesus Cristo, também temos crido em Jesus Cristo, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado.”
Paulo como que franze o sobrolho, olhando para Pedro e os demais apóstolos e discípulos, usando da sua fina dialética, mostra-lhes o poder do evangelho.
Circuncisão era uma exigência da Lei Cerimonial, necessária antes de Cristo. Mas após a morte do Senhor, cumprir esse ritual era buscar justificação pelas obras; por isso Paulo rebateu essa posição, pois o necessário agora era demonstrar e exercer fé no sacrifício de Jesus, e nada mais. Querer, portanto, praticar esse ritual depois que foi cancelado, era tentar justificar-se a si próprio, o que contraditava o Evangelho de Jesus.
Por isso Paulo enfatiza: “Por obras da lei ninguém será justificado.” Corretíssimo. A Lei Cerimonial não se compunha somente do dogma da circuncisão, mas de uma infinidade de cerimónias; porém, o problema na ordem do dia é ela. O foco principal discorrido entre Paulo e os demais, é a circuncisão comentada na epístola.
Gálatas 2:21 - “Não anulo a graça de Deus, porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu inutilmente.”
Antes do advento do Messias, Deus dera aos judeus, em especial, um ritual maravilhoso. Um conjunto de cerimónias, acompanhado de variadas ordenanças. A obrigação era exigível, pois todo o cerimonial apontava para Jesus. Era portanto necessário até que Ele viesse. Vindo porém o Filho de Deus, todo aquele cerimonial, embora belo e requerido, tornara-se inútil, pois era sombra de Jesus (Hebreus 10:1). Paulo por sua vez, compreendeu assim, aceitou o facto e colocou-o em prática. Por isso, indignou-se, ao ver, agora, novamente os discípulos voltarem a circuncidar-se.
Mais irritado ficou, ao notar os próprios apóstolos presenciarem essa disposição dos crentes e nada fazerem. Permaneciam inertes. Daí causar, em Paulo, repulsa tal que levou a repreender não somente os discípulos mas também a Pedro. Paulo não concordava de modo algum, com a atitude daqueles homens que tiveram repetidas vezes o esclarecimento do plano de salvação. Um plano tão detalhado, com o seu cumprimento na morte vicária de Jesus, voltar agora aos rituais abolidos. Era como se essas praticas pudessem justificar o ofertante, então Jesus teria morrido em vão, asseverava Paulo.
Ressaltando que a “lei” focada é sem dúvida nenhuma a Lei Cerimonial, pois tudo está exatamente dentro do mesmo fim explicativo de Paulo, da sequência do pensamento discorrido por ele no capítulo 2. Por isso não há razão para o isolar. Isolando-o, perderá o seu sentido real. Destruirá o pensamento proposto e

VIDA. DEPOIS DA MORTE?

A ansiedade pela vida eterna é tão antiga como a raça humana. Evidência disso nos é dada no “Livro dos Mortos” que os antigos egípcios depositavam nos sarcófagos dos seus mortos como uma espécie de passaporte para o além. O livro completo teria cerca de 150 capítulos, mas as cópias existentes raramente são completas. O texto, geralmente em bela escrita hieroglífica, contém ilustrações fascinantes, e representa preces, confissões e encantamentos que visam a persuadir ou subornar os guardiães do além a admitirem o morto à bem-aventurança eterna. A cena mais conhecida é a da pesagem do coração pelo deus Anúbis. O coração é representado num prato da balança e no outro uma pena, que simbolizava a justiça, enquanto o deus-escriba, Thoth, anota o resultado do julgamento. Outra ilustração
mostra o deus Hórus apresentando o defunto justificado perante Osíris, o deus dos mortos. Nenhuma despesa era poupada pelos mais abastados para preservar o corpo de desintegração por embalsamamento, sendo a múmia então depositada numa capela funerária, onde ofertas de alimentos eram trazidas piedosamente, e preces oferecidas.
A verdade, porém, é que os antigos egípcios tateavam nas trevas, sem certeza alguma de que suas esperanças pudessem realizar-se.
Somente com a vinda de cristo a este mundo é que o mistério impenetrável da morte foi quebrado. Tudo se transformou com o aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho. O que antes era uma vaga esperança acalentada pelos mortais, tornou-se agora uma certeza triunfante, porque Cristo, pela Sua ressurreição, triunfou sobre a morte e o túmulo.

A VERDADE SOBRE A MORTE

´SAÍU´ A ALMA DE RAQUEL POR OCASIÃO DA SUA MORTE?

(Gén. 35:18)
A palavra “alma”, usada em Génesis 35:18 por algumas versões da Bíblia (João Ferreira de Almeida, Bíblia de Jerusalém, Lutero [original], Reina-Valera, King James Version, Revised Standard Version, New American Standard Bible), é a tradução do termo hebraico nêfesh. Este termo aparece 755 vezes no Antigo Testamento e foi traduzido noutros textos, pela Versão Almeida Revista e Atualizada (2.ª edição), por exemplo, como “pessoa” (Gén 14:21; Núm 5:6; etc.), “ser” (Gén 1:20; 2:19; 9:10; etc.), “alma” (Gén 2:7; Deut 10:22; etc.) e “vida” (Gén 9:4 e 5; 1Sam 19:5; Sal 31:13; etc.).
Existem várias razões que nos levam a crer que o termo nêfesh seria melhor traduzido em Génesis 35:18 como “vida” do que como “alma”. Em primeiro lugar, o próprio relato bíblico da Criação esclarece que o ser humano não possui uma alma, mas é uma “alma [nêfesh] vivente” (Gén 2:7). O mesmo termo (nêfesh) usado em Génesis 2:7 para referir-se à totalidade do ser humano é empregue também para designar tanto os “seres [nêfesh] viventes” que povoam as águas (Gn 1:20) como os animais da terra e as aves do céu (Gn 2:19; 9:10). Apesar de assumir, por vezes, significados mais específicos (Deut 23:24; Prov 23:2; Ecl 6:7; etc.), nêfesh nunca é usado para designar qualquer entidade que continue consciente depois de separada do corpo. Pelo contrário, as Escrituras declaram explicitamente que a nêfesh pode morrer (Num 31:19; Jz 16:30), e que “a alma [nêfesh] que pecar, essa morrerá” (Eezeq 18:4).
Derek Kidner comentando o texto de Génesis 35:18 e declara que, “no Antigo Testamento a alma não é concebida como entidade separada do corpo, com existência própria (como no pensamento grego), mas, antes, como a vida, que aqui se esvai” (Génesis: Introdução e Comentário, São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1979, p. 163). Oscar Cullmann assegura que também no Novo Testamento a esperança de vida eterna não se fundamenta na teoria grega da imortalidade da alma, mas na doutrina bíblica da ressurreição dos mortos (Immortality of the Soul or Resurrection of the Dead? Londres: Epworth, 1958).
Procurando preservar o sentido original do texto bíblico, algumas traduções da Bíblia têm traduzido o termo nêfesh, em Génesis 35:18, por exemplo, como “suspiro” (Bíblia na Linguagem de Hoje, Tradução Ecuménica, New English Bible, Living Bible, New International Version) e “vida” (Moffatt, Lutero [revisada de 1984]). A Tradução Ecuménica (Loyola) verte a parte inicial de Génesis 35:18 como: “no seu último suspiro, no momento de morrer, ela…”. E a Bíblia na Linguagem de Hoje diz: “Porém, ela estava morrendo. E, antes de dar o último suspiro…”. Desta forma, o texto pode ser perfeitamente harmonizado com outras passagens bíblicas que falam que os mortos permanecem em estado de completa inconsciência (ver Sal 115:17; 146:4; Ecl 3:9, 20; 9:5, 6 e 10; etc.).

24 de junho de 2011

SALVOS PELA FÉ OU PELAS OBRAS?

Jesus morreu para salvar o Seu povo dos pecados. A redenção em Cristo significa cessar a transgressão da lei de Deus e estar livre de todo o pecado; nenhum coração que é incitado pela inimizade contra a lei de Deus está em harmonia com Cristo, o qual sofreu no Calvário para vindicar e exaltar a lei diante do Universo.
Os que fazem ousadas pretensões de santidade demonstram com isso que eles não vêem a si mesmos à luz da lei; não são iluminados espiritualmente e não sentem aversão a toda espécie de egoísmo e orgulho. De seus lábios manchados pelo pecado saem as expressões contraditórias: “Sou santo, sou sem pecado. Jesus me ensina que se eu guardar a lei, cairei da graça. A lei é um jugo de servidão.” Diz o Senhor: “Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus .” Devemos estudar diligentemente a Palavra de Deus para que cheguemos a decisões corretas e procedamos de acordo com elas; pois então obedeceremos à Palavra e estaremos em harmonia com a santa lei de Deus.

22 de junho de 2011

O DISTINTIVO DE DEUS E O DE SATANÁS

1- O que aparecerá no Céu no aquando da segunda vinda Crito?
Rª: (Mateus 24:30) – Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
2- O que é o Sinal de Deus que aparecerá no Céu?
Rª: (Ezequiel 20:12) – E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica.
3- Quando este Sinal foi estabelecido?
Rª: (Génesis 2:2-3) – E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.
4- Este Sinal é permanente?
Rª: (Isaías 66:22-23) – Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome. E será que … desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR.
5- O que os fariseus acusaram Jesus?

21 de junho de 2011

VIVER EM PECADO E PENSAR QUE SE TEM O ESPÍRITO SANTO É UM ENGANO.

Como estarão as pessoas iludidas nos últimos dias pelo engano final, a igreja vai cair na grande apostasia prevista por Paulo em nas cartas a Timóteo e aos Tessalonicenses. Veremos em próximo post a natureza dessa apostasia, como ela negará a divindade de Cristo e o Seu papel como o único Mediador, e também sancionará comportamentos ímpios devido a ausência da Lei Moral. Vamos agora analisar as implicações teológicas da apostasia final.
1. O Apóstolo Paulo ensinou claramente que aqueles que vivem sem Deus não herdarão o reino de Deus.“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10).
Ser cristão não nos isentará de forma mágica dos mesmos padrões morais que são usados para julgar o mundo (Romanos 3:19). Embora seja verdade que aqueles que crêem